sexta-feira, 17 de agosto de 2012

AMOR


A natureza deu ao homem a necessidade de amar e de ser amado.

Um dos maiores prazeres concedido ao homem sobre a Terra é o de reencontrar corações que simpatizam com o seu.

Quantos não há que crêem amar perdidamente, porque não julgam senão pelas aparências, e quando são obrigados a viver com as pessoas, não tardam a reconhecer que isso não é senão uma admiração material.

Não basta estar enamorado de uma pessoa que vos agrada e a que creiais de belas qualidades; é vivendo realmente com ela que podereis apreciá-la.

É preciso não esquecer que é o Espírito que ama e não o corpo, e, quando a ilusão material se dissipa, o Espírito vê a realidade.

Amar não é desejar. É compreender sempre, dar de si mesmo, renunciar aos próprios caprichos e sacrificar-se para que a luz divina do verdadeiro amor resplandeça.

Seu espírito suplica uma réstia de amor e, em torno, a humanidade aguarda a manifestação da sua capacidade de amar.

Não olvide que a justiça institui a ordem universal, mas só o amor dilata a obra divina.

Se Jesus nos recomendou amar os inimigos, imaginemos com que imenso amor nos compete amar aqueles que nos oferece o coração.

Pense nos outros, não em termos de angilitude ou perversidade, mas na condição de seres humanos com necessidades e sonhos, problemas e lutas semelhantes aos seus.

www.luzdoespiritismo.com

Nenhum comentário:

Postar um comentário