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domingo, 31 de maio de 2015

Corrente Mediunica

 
 
É o conjunto de forças magnéticas que se forma, em dado local, quando indivíduos de pensamentos e objetivo semelhantes se reúnem e vibram em comum. Podemos dizer que é um conjunto de médiuns, tal quais os elos de uma corrente de metal, que se interligam e complementam. Na corrente, cria-se o contacto entre as auras, unem-se os fluídos, harmonizam-se as vibrações individuais, os elos mentais ligam-se entre si e forma-se uma estrutura espiritual da qual cada pessoa é uma parte, uma parte viva, vibrante, operante. Para que uma corrente mediúnica seja coesa e tenha uma boa vibração, os médiuns que dela participam, deverão ter o mesmo pensamento ou sentimento, caso contrário, o elo quebra-se, o trabalho espiritual não desenvolve. às vezes a “carga negativa” é demais para um único médium absorver e se livrar dela. É necessário que se dilua essa carga entre outros médiuns e, nesse caso forma-se uma corrente mediúnica, que pode ser composta por dois médiuns no mínimo ou por uma quantidade infindável deles. As sessões espirituais são compostas por duas correntes: corrente mediúnica e corrente espiritual, que trabalham em harmonia, buscando os mesmos objetivos. à corrente que se estabelece num ritual no plano material, corresponde uma outra formada pelas entidades e, dessa união gera-se uma forte corrente espiritual, de onde todos podem beneficiar. A participação de um médium numa corrente deverá começar pelo banho de ervas e uma limpeza mental, preparada de bons sentimentos, elevando o pensamento para um plano superior de religiosidade.
A formação de uma boa corrente magnética é a condição mais importante para a realização de todo e qualquer trabalho espiritual.
A missão de ser médium é árdua e espinhosa, é difícil, é o caminho das tentações. Médiuns são aqueles espíritos que receberam antes da presente encarnação, determinados ajustes no Organismo Astral e, nas suas concepções morais, que possibilitem ceder a sua constituição física à comunicação mediúnica, trabalhando em prol da Caridade e da evolução própria e dos seus semelhantes. Este é um compromisso firmado entre este Ser e os Espíritos da Confraria Cósmica , antes do nascimento e que deve florescer de maneira natural ao longo da encarnação do indivíduo. A vida não nos pede sacrifícios, nem esforços que não sejam compatíveis com as nossas forças. Compete a todos os médiuns lutarem para melhorar. O desejo de muitos para ser médium é ardente, no entanto, passar pelos caminhos que devem ser trilhados por um instrumento sensível ao bem, poucos suportam.
 
 
Só para concluir, um parêntese meu...
 Para  uma corrente mediúnica ser firme e se manter, é preciso que todos saibam de sua importância... Todos os integrantes da casa fazem parte desta corrente que sustenta os trabalhos, por que sem as pessoas que auxiliam os médiuns quando incorporados, não existiria a organização para o acolhimento dos consulentes, todos são elos importantíssimos.
 Mas onde a luz, á também  espíritos necessitados de auxílio e menos esclarecidos que precisam de ajuda.
E isso quando os médiuns estão invigilantes podem ser influenciados subconscientemente.
Cada a  um de nós temos o compromisso de ter" ouvidos doces" para não levar as coisas para o lado da discórdia, mas também saber filtrar as palavras e falar com  delicadeza pois nas palavras existe uma energia gigante e contagiante, energia essa que impulsiona multidões. 
 " ORAI E VIGIAI"
 
Nessa minha caminhada de estudos, tem um livro que não é considerado mediúnico, mas acho que todos os médiuns deveriam ler..
 Se chama  OS QUATRO COMPROMISSOS (Don Miguel Ruiz)
 
1º - Seja impecável com sua palavra;
 
2º-  Não leve nada para o lado pessoal;
 
3º - Não tire conclusões;
 
4º - Dê sempre o melhor de si.

eu acrescentaria mais um pra finalizar...

SEJA HUMILDE!!!!
 
Leve isso pra sua vida e as coisas ficarão mais leves..
 

domingo, 15 de fevereiro de 2015

FILTRO DOS SONHOS


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Os videntes nativo–americanos ensinam que a Grande Aranha, teceu a Teia do Universo para relacionar todas as coisas. (Enquanto teço este texto, reflito que o mundo todo está ligado por uma "WEB" = teia em inglês). Para eles, a Aranha ao mesmo tempo é Avó e Criadora que cria novas energias dentro da existência. Ela tem a "Medicina da Criação".
Num dos mitos da Criação, conta-se que no inicio do mundo só havia escuridão, os povos andavam às cegas, e viviam se colidindo, uns com os outros. A vovó aranha que trouxe o sol e o fogo aos índios e ensinou-lhes também a arte de fazer a cerâmica.
Conta uma velha lenda dos nativos norte-americanos, que um velho índio ao fazer uma Busca da Visão no topo de uma montanha, lhe apareceu IKTOMI, a aranha, e comunicou-se em linguagem sagrada. A Aranha pegou um aro de cipó e começou a tecer uma teia com cabelo de cavalo e as oferendas recebidas
Enquanto tecia, o espírito da Aranha falou sobre os ciclos da vida, do nascimento á morte e das boas e más forças que atuam sobre nós em cada uma dessas fases. Ela dizia :
"Se você trabalhar com forças boas, será guiado na direção certa e entrará em harmonia com a natureza. Do contrário, irá para direção que causará dor e infortúnios".
No final a Aranha devolveu ao velho índio o aro de cipó com uma teia no centro dizendo-lhe:
"No centro está a teia que representa o ciclo da vida. Use-a para ajudar seu povo a alcançar seus objetivos, fazendo bom uso de suas idéias, sonhos e visões. Eles vem de um lugar chamado Espírito do Mundo que se ocupa do ar da noite com sonhos bons e ruins. A teia quando pendurada se move livremente e consegue pegar sonhos, quando eles ainda estão no ar. Os bons sonhos sabem o caminho e deslizam suavemente pelas penas até alcançar quem está dormindo. Já os ruins ficam presos no círculo até o nascer do sol, e desaparecem com a primeira luz do novo dia"
Esse círculo é conhecido como "dreamcatcher" (apanhador de sonhos). Aqui no Brasil é chamado de Filtro dos Sonhos ou Coletor de Sonhos.
Trata-se de um instrumento de poder para assegurar bons sonhos para aqueles que dormem debaixo dele, e também para trazer visões.
Geralmente são colocados onde a luz bate pela manhã, em frente a janela. Os nativos nos ensinam que os sonhos passam pelo furo no centro e os maus sonhos ficam presos na teia e se dissipam à luz do amanhecer.
Você poderá colocá-lo no seu quarto, escritório, ou até no berço ou carrinho do bebê. Os nativos ensinam que os bebês ao verem a pena balançar com o vento, se entretêm e aprendem a importância do ar. Ele é feito na forma de um círculo, tradicionalmente com galhos de Salgueiro. É feita uma rede na forma de uma teia de aranha com uma abertura ao centro. Tem muitas lendas de origem, de acordo com cada tribo e também diferentes formas de tecer.
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É uma mandala. Segundo Jung, a mandala se encontra na própria alma humana, aparecendo nos sonhos e em diversas imagens criadas pelo nosso inconsciente. O Circulo
Representa, o Círculo da Vida. As rodas, ou círculos, representam a totalidade. O círculo é o símbolo do Sol, do Céu e da Eternidade. No simbolismo ancestral o círculo é o símbolo do espaço infinito, sem começo e sem fim.Qualquer que seja a representação simbólica em qualquer era e em qualquer cultura, um Círculo de Poder, serve como um espelho, onde podemos ver o reflexo do Universo e o Grande Tudo, que contém a totalidade, trabalhando para o entendimento dos mistérios da vida, do cosmos, e das leis naturais. A Teia e a Pena
Os fios da teia, que são ligados ao círculo, podem ser tecidos em 7 pontos (7 profecias) 8 pontos (8 pernas da aranha = oito direções sagradas ), 13 pontos (13 Luas), variando de acordo com cada tradição e intenção.
Pode ser colocada uma pena no centro, simbolizando a respiração, o elemento ar, e em alguns são colocados uma pedra/cristal. Tudo o que é colocado possui um significado.O Centro da Teia
Corresponde ao Grande Mistério, o Criador, a Força que abrange o Universo inteiro.
Coloque seu filtro de forma ritualística. Isso é o que diferencia um adorno de um instrumento de poder. Purifique antes o ambiente, o próprio filtro, e coloque sua intenção. Faça sua própria cerimônia. Peça proteção para o lar, família, pensamentos.
Atualmente muitas lojas vendem filtro dos sonhos, alguns industrializados com penas coloridas, espelhinhos. Particularmente, prefiro algo mais tradicional, mais rústico, feito artesanalmente com cipós colhidos, com preces e orações. Você poderá comprar em lojas ou aprender a fazer numa oficina de confecção (acho mais interessante !)
No xamanismo evoca-se a essência espiritual da aranha para compreender melhor a "teia da vida", para evocar a criatividade e a imaginação. Inspira a visão e o poder para trazer nossos sonhos até a realidade. Para se obter independência e coragem, para rompermos com armadilhas que criamos, sejam emocionais ou espirituais. Para rompermos a teia da ilusão, construirmos novos sonhos, para sonharmos mais, para tecermos nossa própria vida.
Bons Sonhos !


fonte:http://www.xamanismo.com.br/Poder/SubPoder1191052936It009

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

CASA COM VIDA!! Para refletir!




Casa arrumada é assim: um lugar organizado, limpo, com espaço livre para circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, para mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas...
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo: Aqui tem vida...
Casa com vida, para mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de... trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo para mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, para mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante,
passaporte e vela de aniversário, tudo junto...
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta para os amigos, filhos...
Netos, para os vizinhos...
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia.
Casa com vida é aquela que a gente arruma para ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias...
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo para viver nela...
E reconhecer nela o seu lugar.

Carlos Drumond de Andrade.
 

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

A quem obedeces?

“E, sendo ele consumado, veio a ser a causa de eterna salvação para todos os que lhe obedecem.” – Paulo. (Hebreus, 5:9.)

Toda criatura obedece a alguém ou a alguma coisa.
Ninguém permanece sem objetivo.
A própria rebeldia está submetida às forças corretoras da vida.
O homem obedece a toda hora. Entretanto, se ainda não pôde definir a própria submissão por virtude construtiva, é que, não raro, atende, antes de tudo, aos impulsos baixos da natureza, resistindo ao serviço de auto-elevação.
Quase sempre transforma a obediência que o salva em escravidão que o condena. O Senhor estabeleceu as gradações do caminho, instituiu a lei do próprio esforço, na aquisição dos supremos valores da vida, e determinou que o homem lhe aceitasse os desígnios para ser verdadeiramente livre, mas a criatura preferiu atender à sua condição de inferioridade e organizou o cativeiro. O discípulo necessita examinar atentamente o campo em que desenvolve a própria tarefa.
A quem obedeces? Acaso, atendes, em primeiro lugar, às vaidades humanas ou às opiniões alheias, antes de observares o conselho do Mestre Divino?
É justo refletir sempre, quanto a isso, porque somente quando atendemos, em tudo, aos ensinamentos vivos de Jesus, é que podemos quebrar a escravidão do mundo em favor da libertação eterna.
Francisco Cândido Xavier
Pão Nosso
Ditado pelo Espírito
Emmanuel

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Pensamentos

“Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude e se há algum louvor, nisso pensai.” – Paulo. (Filipenses, 4:8.)

Todas as obras humanas constituem a resultante do pensamento das criaturas. O mal e o bem, o feio e o belo viveram, antes de tudo, na fonte mental quê os produziu, nos movimentos incessantes da vida.
O Evangelho consubstancia o roteiro generoso para que a mente do homem se renove nos caminhos da espiritualidade superior, proclamando a necessidade de semelhante transformação, rumo aos planos mais altos. Não será tão somente com os primores intelectuais da Filosofia que o discípulo iniciará seus esforços em realização desse teor. Renovar pensamentos não é tão fácil como parece à primeira vista. Demanda muita capacidade de renúncia e profunda dominação de si mesmo, qualidades que o homem não consegue alcançar sem trabalho e sacrifício do coração.
É por isso que muitos servidores modificam expressões verbais, julgando que refundiram pensamentos. Todavia, no instante de recapitular, pela repetição das circunstâncias, as experiências redentoras, encontram, de novo, análogas perturbações, porque os obstáculos e as sombras permanecem na mente, quais fantasmas ocultos.
Pensar é criar. A realidade dessa criação pode não exteriorizar-se, de súbito, no campo dos efeitos transitórios, mas o objeto formado pelo poder mental vive no mundo íntimo, exigindo cuidados especiais para o esforço de continuidade ou extinção.
O conselho de Paulo aos filipenses apresenta sublime conteúdo. Os discípulos que puderem compreender-lhe a essência
profunda, buscando ver o lado verdadeiro, honesto, justo, puro e amável de todas as coisas, cultivando-o, em cada dia, terão encontrado a divina equação.

Francisco Cândido Xavier
Pão Nosso
Ditado pelo Espírito
Emmanuel

domingo, 28 de julho de 2013

ANÚBIS



ANÚBIS o deus com cabeça de chacal, o guia dos mortos. Mediador entre o céu e a terra. Guarda fiel dos túmulos e responsável pelos embalsamentos. Tinha seu centro de culto em Cinópolis. Filho de Osíris e com Néftis, que era apaixonada pelo irmão e uma noite embebedou Osíris e se fez passar por Ísis, mas Néftis jogou a criança no rio Nilo, por medo de Seth seu marido saber. Isís foi quem salvou a c...riança e Anúbis passou a ser Guardião de Ísis. Era o prenunciador da eminência da morte e podia prever o destino. Ele tinha poderes mágicos e divinos. Levava as almas para o outro mundo dentro de uma balsa.
Anúbis era também o deus da Medicina. Ele supervisionava o embalsamento e reconstrução dos corpos, recebia a múmia na tumba e realizava a cerimônia de abertura da boca e punha suas mãos sobre a múmia para protegê-la. Também supervisionava a pesagem da alma com a pena da Verdade. Seu julgamento fiel e imparcial era aceito por Thot, Maat, Hórus e Osíris. ‪#‎EBDS‬Ver mais— com Pio Roman Villanueva Villalobos.   fonte: https://www.facebook.com/#!/EgiptologiaBrasil

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Relacionamentos


Muitas pessoas têm relatado dificuldades com seus relacionamentos...
Então, algumas reflexões sobre o assunto:
Estamos num momento de profundas resoluções e mudanças no que se refere ao que conhecíamos como "amor", "alma g...êmea", “casamento”, "felizes para sempre".
As pessoas estão sendo convidadas a se tornarem inteiras e auto-suficientes. Isto não significa deixar de se relacionar, mas sim a necessidade de realizar o grande "casamento" dentro de si mesmas para só então relacionar-se integralmente com alguém que também tenha realizado o "casamento" interno.
Como humanidade, vivemos éons na ilusão da separatividade e vivíamos em busca de algo que nos completasse. O que conhecíamos como a grande fusão – unidade - era o encontro sexual, a oportunidade conhecida de estarmos inteiros. Esta ilusão fez com que buscássemos nos relacionamentos a completude que sabíamos ser necessária ao nosso crescimento. Nesta desenfreada busca de completude acabamos nos relacionando com outros seres que também estavam nesta busca, na mesma frequência vibracional, também “incompleto”; mas como ninguém é capaz de “preencher” ou “unificar” outro ser, muitos relacionamentos acabam em decepção e frustração.
Neste ponto entram os medos, as carências, as acomodações e o aprisionamento no velho padrão e na condição “kármica”, lei que só é válida para os que não despertam.
Muitos casais estão preferindo permanecer juntos, arrumando mil desculpas para justificar a falta de coragem de realizar mudanças.
O momento planetário está nos proporcionando a oportunidade de evolução, de retorno à Fonte, à consciência da UNIDADE; algo dentro de nós impele a que busquemos esta condição, que é nossa por natureza. Isso implica em olhar sinceramente para os relacionamentos que criamos e ter a coragem de realizar as mudanças necessárias.
Desapegar, deixar ir, entregar! Se necessário, romper, libertar!!!
E a partir deste ponto investir plena e seriamente no relacionamento consigo mesmo!
É necessário passar pela etapa da solitude, o grande Rito de Passagem para a completude! Amar a si mesmo, bastar-se a si mesmo, “casar” consigo mesmo! Voltar a conectar-se com a Fonte infinita de AMOR, sempre disponível!
A partir deste casamento Sagrado, as relações mudam, se refinam! Dois inteiros se encontram e compartilham o caminho, mas o “alimento” não vem do outro e sim da Fonte!
Este sim é o relacionamento que cria mundos!!!
O Universo está conspirando... Você se inspira?

texto de Tania Ramalho Sougratidão

via -Áurea Campopiano Acerenza Gonzalez.'.
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

ANSIEDADE um aviso que não pode ser ignorado


Comoção aflitiva de quem receia que uma coisa suceda ou não, sofrimento de quem espera, impaciência, desejo veemente, sofreguidão – dicionário Aurélio.
A Ansiedade é um processo natural a todo ser humano. Mesmo as emoções consideradas por nós como negativas, tem um propósito na existência humana. Servindo como um sinal de alerta para a mente, ela avisa o corpo que é o momento de fabricar energia; funciona como ferramenta psicológica de motivação para a realização de uma ação futura.
Porém o chamado nervoso é ansiedade em excesso, pode prejudicar o senso de realidade e a saúde. Insônia, dor de estômago e o famoso “deu branco na hora H”, são sintomas de um estado ansioso intenso, os quais diminuem nossa capacidade de realização na vida.
Quando a energia produzida pela Ansiedade não é utilizada na realização de uma ação, o desequilíbrio se instala. A pessoa passa a viver apenas na mente, na tentativa de controlar o futuro em pensamento, perde o contato com a realidade presente.
A energia criada pelo sinal dado através da Ansiedade existe e precisa ser gasta em alguma ação. A mente procura regular esse desequilíbrio e é obrigada a criar válvulas artificias de escape, para drenar o excesso de energia acumulada. A mais comum delas é a ação de Comer compulsivamente. Vícios e distúrbios psicológicos compulsivos estão intimamente ligados ao excesso de ansiedade, são formas de dar vazão a esse desequilíbrio energético.
Os Atletas ficam ansiosos pelo dia da competição, mas utilizam a energia da ansiedade de forma produtiva, na ação de se preparar para a prova. Com isso atingem o máximo de seu potencial, estando no melhor de si para enfrentar o desafio competitivo.

Medicamentos
O nível de Frustração da pessoa Ansiosa é muito grande. Vivendo no vir a ser, sem nenhuma realização, ela corre um enorme risco de entrar em um processo depressivo. Nosso Cérebro funciona como um computador, nossos pensamentos criam circuitos mentais, os quais podem ser saudáveis ou destrutivos. Os circuitos mentais podem ser considerados como o Software padrão do computador, lembrando que somos nós os programadores desse sistema.
Nossas crenças e paradigmas dão significado às interpretações das situações da vida. Nossa forma de encarar os desafios da vida é que define a qualidade positiva, ou negativa desses circuitos mentais. Assim, alimentar circuitos cerebrais negativos, com preocupações desnecessárias tem um alto preço físico e mental, além de aumentar as chances de fracasso pessoal.
Buscar a causa da Ansiedade em excesso também tem seu preço, o autoconhecimento exige tempo, responsabilidade, estudo e dedicação, mas possibilita a solução permanente do problema e maior êxito nas realizações de vida.
Segundo boletim publicado pelo Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC) da Anvisa, o uso de medicamentos ansiolíticos, hoje, ultrapassa o de antibióticos; sendo responsável por 40% das vendas de remédios controlados nas farmácias. Medicamento é necessário em alguns casos e deve ser indicado apenas por profissionais médicos especializados na área.
Identificar a causa da Ansiedade em excesso é a única solução de cura ao paciente, os ansiolíticos não devem ser usados eternamente. A Terapia conjunta ao uso de medicamentos é necessária para a solução do problema com a ansiedade.
Na vida moderna de hoje, onde impera o imediatismo e o comodismo, parece normal o uso de “calma e felicidade em pílulas”. Médicos de áreas não especializadas receitam sem escrúpulos e de forma usual medicamentos que atuam como droga no organismo. A indústria farmacêutica agradece e seu fígado fica envenenado, inclusive pelo fato de as pessoas continuarem a tomar bebida alcóolica, mesmo usando medicamento controlado.
O autoconhecimento exige mais trabalho que tomar remédios. Porém, conhecer a Si tráz discernimento, firmeza e liberdade. Tomar medicamentos tráz ilusão, dependência e prejuízos diversos. Quando o usuário para os remédios, volta a ansiedade e os problemas na vida da pessoa também reaparecem.
Conhecer e Controlar a si mesmo
O Ansioso tem o medo como crença inconsciente , por isso tenta ilusoriamente controlar o futuro, fica maquinando em pensamentos um “plano” de defesa para se proteger desse futuro perigoso , mas sem uma ação eficaz .Alimenta circuitos mentais negativos trazendo exaustão física e mental para o presente.
Os medos podem ser de vários tipos, medo de Si mesmo, de duvidar da própria capacidade de realização; medo da opinião dos outros, de ser inadequado, de decepcionar a expectativa alheia; medo de deixar o passado já conhecido para trás e de explorar novas oportunidades futuras. Apenas o autoconhecimento é que pode mostrar qual é o medo inconsciente causador do excesso de ansiedade.
Proponho uma reprogramação da mente criando novos circuitos mentais positivos, através da mudança de crenças baseadas no medo.
Dicas Úteis
Ser realista é Assumir que a minha postura, conhecimentos e atitudes de hoje, influem no meu sucesso de amanhã. É aceitar em paz o meu limite de não poder controlar o Futuro.
Sou capaz de lidar bem com qualquer situação, quando faço o meu melhor hoje. Eu não ajo pelo medo, Eu ajo somente pelo bom senso, fico em Paz comigo e com a vida.
Eu sou responsável pelo que penso, pelo o que sinto e pelo o que eu faço!
O futuro a “Deus” pertence; não controlo a vida ou os outros, Mas, Deus ajuda a quem se ajuda, só é livre quem controla a si mesmo.

Gisela Luiza Campiglia
site: Luz da serra

domingo, 27 de janeiro de 2013

Seja como o Bambú!!!!

Depois de uma grande tempestade, o menino que estava passando férias na casa do seu avô, o chamou para a varanda e falou:
- Vovô corre aqui! Me explica como essa árvore frondosa e imensa, que precisava de quatro homens para balançar seu tronco se quebrou, caiu com o vento e com a chuva... este bambu é tão fraco e continua de pé?
... - Filho, o bambu permanece em pé por que teve a humildade de se curvar na hora da tempestade.

A arvore quis enfrentar o vento. O bambu nos ensina sete coisas. Se você tiver a grandeza e a humildade dele, vai experimentar o triunfo da paz em seu coração.

A primeira verdade que o bambu nos ensina, e a mais importante, é a humildade diante dos problemas, das dificuldades. Eu não me curvo diante do problema e da dificuldade, mas diante daquele, o único, o princípio da paz, aquele que me chama, que é o Senhor.

Segunda verdade: o bambu cria raízes profundas. É muito difícil arrancar um bambu, pois o que ele tem para cima ele tem para baixo também. Você precisa aprofundar a cada dia suas raízes em Deus na oração.

Terceira verdade: Você já viu um pé de bambu sozinho? Apenas quando é novo, mas antes de crescer ele permite que nasça outros a seu lado (como no cooperativismo). Sabe que vai precisar deles. Eles estão sempre grudados uns nos outros, tanto que de longe parecem com uma árvore. Às vezes tentamos arrancar um bambu lá de dentro, cortamos e não conseguimos. Os animais mais frágeis vivem em bandos, para que desse modo se livrem dos predadores.

A quarta verdade que o bambu nos ensina é não criar galhos. Como tem a meta no alto e vive em moita, comunidade, o bambu não se permite criar galhos. Nós perdemos muito tempo na vida tentando proteger nossos galhos, coisas insignificantes que damos um valor inestimável. Para ganhar, é preciso perder tudo aquilo que nos impede de subirmos suavemente.

A quinta verdade é que o bambu é cheio de nós ( e não de eus ). Como ele é oco, sabe que se crescesse sem nós seria muito fraco. Os nós são os problemas e as dificuldades que superamos. Os nós são as pessoas que nos ajudam, aqueles que estão próximos e acabam sendo força nos momentos difíceis. Não devemos pedir a Deus que nos afaste dos problemas e dos sofrimentos. Eles são nossos melhores professores, se soubermos aprender com eles.

A sexta verdade é que o bambu é oco, vazio de si mesmo. Enquanto não nos esvaziarmos de tudo aquilo que nos preenche, que rouba nosso tempo, que tira nossa paz, não seremos felizes. Ser oco significa estar pronto para ser cheio do Espírito Santo.

Por fim, a sétima lição que o bambu nos dá é: ele só cresce para o alto. Ele busca as coisas do Alto.

Essa tem que ser sua meta.


https://www.facebook.com/#!/pages/Mo-jub%C3%A1/221407804636263

terça-feira, 4 de setembro de 2012

As Armadilhas da Vida e seus Aprendizados




A cada dia aprendemos um pouco mais sobre a vida e sobre nós.
Então, quem devemos superar, as dificuldades ou a nós mesmos?
Para mim a resposta é simples!
Viver cada dia superando os nossos próprios limites, sempre com uma atitude honesta, ou seja, abordando as dificuldades sabendo que são apenas etapas de aprendizado.
Assim como Dalai Lama dizia: “A bondade é o que realmente importa”.
A bondade, o amor e a compaixão combinados são sentimentos que levam à essência da fraternidade. São os alicerces da paz interior.
A compaixão e o amor são as virtudes mais preciosas da vida. Por serem muito simples, são difíceis de serem colocados em prática. A compaixão só poderá ser plenamente cultivada à medida que se reconhece que cada ser humano é parte da humanidade e pertencente à família humana, independente de religião, raça, cultura, cor e ideologia. A verdade é que não há diferença alguma entre os seres humanos.
 Neste sentido, as religiões e crenças são convergentes. Em todas as grandes religiões do mundo, a ênfase é no espírito de fraternidade.
Todas as religiões do mundo possuem os mesmos ideais de amor, o mesmo objetivo de beneficiar a humanidade por meio da prática espiritual, e a mesma determinação de aprimorar seus praticantes como seres humanos. Todas as religiões pregam preceitos morais para o aperfeiçoamento da mente, do corpo e da fala. Todas nos ensinam a não mentir, roubar ou tirar a vida de outras pessoas. A essência de todos os preceitos morais preconizados pelos grandes mestres da humanidade é o não - egoísmo.
       As situações que vamos encontrando no decorrer da vida não são aleatórias e sim, reflexos, consequências, decorrências de nossos atos passados, necessidades para nosso projeto evolutivo espiritual.
Em nosso caminho são colocados “gatilhos”, aquelas oportunidades diárias que Deus nos dá para mudarmos nossas atitudes e comportamentos. São pessoas ou situações que disparam em nós as inferioridades e surgem com o intuito de curar nossas imperfeições.

Elas aparecem para curar a intolerância, a impaciência, o egoísmo, a falta de amor pelo próximo.
Na nossa vida, cultivar a tolerância é muito importante. Com tolerância, pode-se facilmente superar as dificuldades. Caso você tenha pouca ou nenhuma tolerância, ficará irritado com as mínimas coisas. Em situações difíceis, terá reações extremadas.

Todos nós somos convidados diariamente a evoluir, e como fazer isso se não formos colocados à prova?
Muitos de nós juntamos-se sob o mesmo sol resplandecente, falando línguas diversas, vestindo indumentárias diferentes e até mesmo possuindo crenças distintas. Contudo, nós todos somos idênticos como seres humanos e individualmente únicos.
Desejamos todos, indistintamente, a felicidade e não o sofrimento. Acredito também que o motivo básico de nossa existência aqui na terra seja evoluir para uma posição de equilíbrio, com expansão da consciência, sendo cada encarnação uma oportunidade para que isso ocorra.
Mesmo que não possamos resolver certos problemas, não devemos nos frustrar. Como humanos devemos enfrentar a morte, a velhice e doenças, que, tal qual um furacão, são fenômenos naturais que fogem ao nosso controle.
Rancor, ódio, ciúme: não é possível encontrar a paz com eles. Podemos resolver muitos de nossos problemas por meio da compaixão e do amor. Só assim nos desarmaremos e encontraremos a verdadeira felicidade e o nosso crescimento interior.
Bens e compensações materiais são absolutamente necessários à sociedade humana, a um país, a uma nação. Ao mesmo tempo, o progresso material e a prosperidade somente não podem levar à paz interior. A paz interior vem de dentro. Portanto, nossa atitude perante a vida, perante os outros e principalmente em relação às nossas dificuldades conta muito. Quando duas pessoas enfrentam o mesmo problema, atitudes mentais distintas fazem com que o problema seja de mais fácil resolução para uma pessoa do que para outra. Desta forma, o que realmente nos diferencia é a perspectiva interna de cada um.
Deve haver um equilíbrio entre o progresso espiritual e o material. Atinge-se esse equilíbrio por meio de princípios calcados no amor e na compaixão. O amor e a compaixão são a essência de todas as religiões, que têm muito a aprender entre si. Os seres humanos são dotados de uma natureza tal que não deveriam apenas possuir bens materiais, mas deveriam antes possuir sustento espiritual. Sem o sustento espiritual, torna-se difícil adquirir e manter a paz de espírito.
Para cultivar a sabedoria, é preciso força interior. Sem crescimento interno, é difícil conquistar a autoconfiança e a coragem necessárias. Sem elas, nossa vida se complica. O impossível torna-se possível com a força de vontade.
Vamos cultivar bons pensamentos e entender que os gatilhos colocados em nossos caminhos, são meios necessários à evolução, pessoas que fazem o papel de nos tirarem do sério, que fazem a gentileza de servirem de meio para o seu, o meu, crescimento humano, devemos agradecer, pois, sem elas, não nos tornaríamos pessoas melhores.
À sua maneira, tente cultivar a paciência. Modifique sua atitude. As mudanças vêm com a prática. A mente humana tem esse potencial. Aprenda a treiná-la.
Se colocarmos os níveis de consciência mais sutis a nosso serviço, estaremos expandindo nossa mente. Assim sendo, as virtudes originárias da mente podem se expandir ilimitadamente.

Deise Kipper

http://www.luzdaserra.com.br/2324/as-armadilhas-da-vida-e-seus-aprendizados/

domingo, 2 de setembro de 2012

A geração nova



Para que na Terra sejam felizes os homens, preciso é que somente a povoem Espíritos bons, encarnados e desencarnados, que somente ao bem se dediquem. Havendo chegado o tempo, grande emigração se verifica dos que a habitam: a dos que praticam o mal pelo mal, ainda não tocados pelo sentimento do bem, os quais, já não sendo dignos do planeta transformado, serão excluídos, porque, senão, lhe ocasionariam de novo perturbação e confusão e constituiriam obstáculo ao progresso. Irão expiar o endurecimento de seus corações, uns em mundos inferiores, outros em raças terrestres ainda atrasadas, equivalentes a mundos daquela ordem, aos quais levarão os conhecimentos que hajam adquirido, tendo por missão fazê-las avançar. Substituí-los-ão Espíritos melhores, que farão reinem em seu seio a justiça, a paz e a fraternidade.
A Terra, no dizer dos Espíritos, não terá de transformar-se por meio de um cataclismo que aniquile de súbito uma geração. A atual desaparecerá gradualmente e a nova lhe sucederá do mesmo modo, sem que haja mudança alguma na ordem natural das coisas.
Tudo, pois, se processará exteriormente, como sói acontecer, com a única, mas capital diferença de que uma parte dos Espíritos que encarnavam na Terra aí não mais tornarão a encarnar. Em cada criança que nascer, em vez de um Espírito atrasado e inclinado ao mal, que antes nela encarnaria, virá um Espírito mais adiantado e propenso ao bem.
Muito menos, pois, se trata de uma nova geração corpórea, do que de uma nova geração de Espíritos. Sem dúvida, neste sentido é que Jesus entendia as coisas, quando declarava: “Digo-vos, em verdade, que esta geração não passará sem que estes fatos tenham ocorrido.” Assim, decepcionados ficarão os que contem ver a transformação operar-se por efeitos sobrenaturais e maravilhosos.
A época atual é de transição; confundem-se os elementos das duas gerações. Colocados no ponto intermédio, assistimos à partida de uma e à chegada da outra, já se assinalando cada uma, no mundo, pelos caracteres que lhes são peculiares.
Têm ideias e pontos de vista opostos as duas gerações que se sucedem. Pela natureza das disposições morais, porém, sobretudo das disposições intuitivas e inatas, torna-se fácil distinguir a qual das duas pertence cada indivíduo.
Cabendo-lhe fundar a era do progresso moral, a nova geração se distingue por inteligência e razão geralmente precoces, juntas ao sentimento inato do bem e a crenças espiritualistas, o que constitui sinal indubitável de certo grau de adiantamento anterior. Não se comporá exclusivamente de Espíritos eminentemente superiores, mas dos que, já tendo progredido, se acham predispostos a assimilar todas as idéias progressistas e aptos a secundar o movimento de regeneração.
O que, ao contrário, distingue os Espíritos atrasados é, em primeiro lugar, a revolta contra Deus, pelo se negarem a reconhecer qualquer poder superior aos poderes humanos; a propensão instintiva para as paixões degradantes, para os sentimentos antifraternos de egoísmo, de orgulho, de inveja, de ciúme; enfim, o apego a tudo o que é material: a sensualidade, a cupidez, a avareza.
Desses vícios é que a Terra tem de ser expurgada pelo afastamento dos que se obstinam em não emendar-se; porque são incompatíveis com o reinado da fraternidade e porque o contato com eles constituirá sempre um sofrimento para os homens de bem. Quando a Terra se achar livre deles, os homens caminharão sem óbices para o futuro melhor que lhes está reservado, mesmo neste mundo, por prêmio de seus esforços e de sua perseverança, enquanto esperem que uma depuração mais completa lhes abra o acesso aos mundos superiores.
(Cap. XVIII do livro A GÊNESE, de Allan Kardec, 1868)

domingo, 8 de julho de 2012

POR QUE SOMOS TÃO VAMPIRIZADOS ENERGETICAMENTE?


Não temos como negar, na maioria dos dias, ao final da tarde, normalmente nos sentimos esgotados. É comum vir aquele cansaço, aquela tensão, até uma dorzinha de cabeça e mal estar estomacal. Também vem a falta de paciência e o desânimo. O motivo: estamos exauridos de energia, ou melhor, dizendo, fomos sugados.


Qual é a causa para tantas perdas de energia? Por que somos tão vampirizados na nossa rotina de vida?

São muitos os fatores que podem promover os roubos energéticos, mas alguns são mais marcantes, logo significativos.

Antes de tudo é importante dizer que o corpo físico humano só existe e se mantém graças a uma força vitalizadora essencial que alguns chamam de fluido vital, outros de prana ou simplesmente Ki. São muitos os nomes dados ao longo da história da humanidade, mas o fato principal é que somos energia.

A força vital que nos alimenta recebe influencia direta dos pensamentos e sentimentos que desenvolvemos durante o dia, e é aí que residem os principais detalhes a serem observados quando o assunto for roubo de energia.

Pensamentos e sentimentos ruins prejudicam intensamente a qualidade da energia que abastece o campo de energia humano. Da mesma forma, pensamentos e sentimentos positivos promovem a manutenção desta bioenergia.

O problema é que somos seres muito emocionais, o que quer dizer, que facilmente entramos de cabeça em uma ou outra emoção intensa, e estas por sua vez, são como fogos de artifícios que explodem, expandem-se e movimentam-se freneticamente. Quando essa explosão de emoções acontece, seja pelo motivo que for, há um consumo excessivo de energia vital e a bioenergia humana se desequilibra. Então junte todos esses acontecimentos do dia, enumere-os um a um, e perceba que esses eventos são muito comuns na vida da esmagadora maioria das pessoas deste mundo.

Seu time perdeu nos pênaltis, você sente um estado de nervoso... Você se desgasta.

Você assiste a uma notícia muito ruim na televisão e sofre com isso... Você se desgasta.

Você sente raiva no trânsito... Você se desgasta.

Você sente medo de não conseguir pagar as suas contas... Você se desgasta.

Você se chateia com um amigo, parente ou cônjuge... Você se desgasta.

Você julga o comportamento alheio, faz muitas críticas... Você se desgasta.

Você reclama da vida, do seu cabelo, do seu cansaço... Você desgasta.

Todos esses eventos comuns na vida da maioria das pessoas são os principais responsáveis pelo estado de exaustão energética que normalmente nos encontramos ao entardecer. Este fator contribui muito para o aumento da intolerância, do estresse, da raiva, da falta de amor e das doenças físicas e emocionais no mundo.

Mas a principal causa de tudo isso é o esquecimento... Esquecer quem somos, de onde viemos e qual a nossa missão aqui na Terra. Ter emoções é humano! Mas aprender a controlá-las também é uma habilidade humana de uma pessoa que esteja em sintonia com ela mesma, com a sua essência ou Eu interior.

Não podemos mais viver no “piloto automático”, sem pensar nossos propósitos e sem cuidar da nossa alma. Podemos nos encontrar com a nossa essência no banco do trem, avião ou metrô, na fila de um banco e até mesmo em pequenos intervalos de um ou dois minutos que temos antes e depois das refeições.

Não devemos fechar os olhos apenas para dormir, mas para olhar para dentro. Precisamos aprender a ouvir o que a nossa essência fala. E ela fala!

Podemos dar inúmeras dicas que são incríveis para reverter esse processo de exaustão energética, ou como dizemos na comunidade espiritualista, vampirismo energético. Mas a principal dica, ou melhor, a causa raiz do problema é que deve ser observada: o esquecimento de quem somos e da nossa essência.

Volte-se para você durante o seu dia, ouça a voz da sua consciência, respire fundo alguns minutos, eleve-se a Deus, faça uma oração do seu jeito e desenvolva a gratidão.

Se você tomar essas práticas como uma rotina, em uma semana você já será uma nova pessoa. Pode fazer o teste!



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sábado, 7 de julho de 2012

Em seu benefício

Não se agaste com o ignorante; certamente, não dispõe ele das oportunidades que iluminaram seu caminho.


Evite aborrecimento com as pessoas fanatizadas; permanecem no cárcere do exclusivismo e merecem compaixão como qualquer prisioneiro.

Não se perturbe com o malcriado; o irmão intratável tem, na maioria das vezes, o fígado estragado e os nervos doentes.

Ampare o companheiro inseguro; talvez não possua o necessário, quando você detém excessos.

Não se zangue com o ingrato; provavelmente, é desorientado ou inexperiente.

Ajude ao que erra; seus pés pisam o mesmo chão, e, se você tem possibilidades de corrigir, não tem o direito de censurar.

Desculpe o desertor; ele é fraco e mais tarde voltará a lição.

Auxilie o doente; agradeça ao divino poder o equilíbrio que você está conservando.

Esqueça o acusador; ele não conhece o seu caso desde o princípio.

Perdoe ao mau; a vida se encarregará dele.

* * *

André Luiz

(Mensagem retirada do livro "Agenda Cristã" psicografia de Francisco Cândido Xavier)







quarta-feira, 16 de maio de 2012

Acordemos

É sempre fácil


examinar as consciências alheias,

identificar os erros do próximo,

opinar em questões que não nos dizem respeito,

indicar as fraquezas dos semelhantes,

educar os filhos dos vizinhos,

reprovar as deficiências dos companheiros,

corrigir os defeitos dos outros,

aconselhar o caminho reto a quem passa,

receitar paciência a quem sofre

e retificar as más qualidades de quem segue conosco...

*

Mas enquanto nos distraimos,

em tais incursões a distância de nós mesmos,

não passamos de aprendizes que fogem, levianos, à verdade e à lição.

*

Enquanto nos ausentamos

do estudo de nossas próprias necessidades,

olvidando a aplicação dos princípios superiores que abraçamos na fé viva,

somos simplesmente

cegos do mundo interior

relegados à treva...

*

Despertemos, a nós mesmos,

acordemos nossas energias mais profundas

para que o ensinamento do Cristo

não seja para nós uma bênção que passa, sem proveito à nossa vida,

porque o infortúnio maior de todos

para a nossa alma eterna

é aquele que nos

infelicita quando a graça do Alto

passa por nós em vão!...

* * *

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Caridade.

Ditado pelo Espírito André Luiz.

Araras, SP: IDE, 1978.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

OBSESSÃO E AUTO-OBSESSÃO: QUEM É O CULPADO?




Diante de nossa disposição em permanecer na condição de vítimas, nos habituamos a culpar o mundo externo pelos fracassos e insucessos. A família, o chefe, a situação econômica, a política, o tempo ou ainda, o obsessor, são os vilões.


Nossa vida está difícil, os relacionamentos não dão certo, as finanças vão mal, e sempre existe um culpado, que claro, não somos nós.

Temos o hábito negativo de colocar a responsabilidade sempre no outro e muitas vezes no obsessor, esquecendo, contudo, que nós o atraímos face ao nosso estado vibracional.

A única diferença entre nós e um obsessor é que ele está desencarnado e nós no corpo físico, mas ambos com sentimentos, emoções e pensamentos, inclusive negativos.

Esquecemos que a maior e mais silenciosa forma obsessiva é a auto-obsessão, que sem sombra de dúvidas, praticamos. Não percebemos que mesmo no veículo carnal, agimos como obsessores em muitas situações.

Há auto-obsessão quando nos depreciamos, nos cobramos demais, nos criticamos, vendo somente nossos defeitos, isso porque esquecemos de nossa origem divina.

Quantas vezes mantemos uma conduta, um comportamento obsessivo, querendo algo, alguém, que nem sempre vai ao encontro de nossa missão evolutiva...isso é auto-obsessão.

Fingimos para os outros e às vezes até para nós mesmos que somos bonzinhos, nos surpreendemos com atitudes egoístas de outras pessoas, fingimos não sentir nada maléfico, mas nosso coração diz ao contrário, porém, o orgulho nos cega, nos cobre com o véu de maia.

Somos obsessores de nossos semelhantes quando julgamos, queremos sempre ter razão, e pousamos de espiritualistas comprometidos.

Somos assediadores quando controlamos as pessoas, acreditando que fazemos por amor, que nossas verdades são absolutas.

Quando defendemos muito uma opinião, de forma intolerante, mesmo que universal, mostra que há preconceito, pois não aceitamos o novo e o diferente e, outra vez estamos impondo, dizendo o que é melhor.

Agimos como obsessores quando sentimos inveja, raiva, ódio de quem está próximo e confundimos esses sentimentos, na verdade fingimos que estamos sendo injustiçados e estamos certos em manifestá-los.

Obsediamos quando culpamos o outro por nossa realidade conflitante, quando esquecemos que os sentimentos negativos internos são oportunidades de aprendizado e evolução conscencial.

Obsediamos um familiar que já desencarnou quando não nos conformamos com sua partida, o chamamos, cremos que somos os coitadinhos, porque fomos deixados.

A pessoa que desencarnou e está agindo como assediador não é melhor, mas nem pior que nós...é nosso irmão que está desorientado, como nos sentimos muitas vezes, aqui na Terra.

É pura arrogância acreditar que quem desencarnou tem que dar exemplo e que o obsessor é o vilão...certamente em vidas passadas já fomos obsessores também. Afinal, se fossemos bonzinhos, não estaríamos aqui, mas sim em um plano evolutivo superior, portanto, estamos todos no mesmo barco.

Será que após o nosso desencarne, com inúmeros sentimentos negativos que possuímos, seremos melhores do outro lado? Pensemos nisso com carinho, a fim de verificar o que precisamos curar e compreender ainda nesta existência.

Outro ponto importante é não ter medo extremo, achar que tudo que acontece em nossa vida de negativo é porque existe algum desencarnado perto, que somos crianças indefesas.

Nada disso, pois com nossa vibração, atraímos quem está na mesma freqüência, de sentimentos, emoções e pensamentos, então não pense que somos as vitimas e o obsessor o culpado. Sempre existe uma união de sintonias, uma afinidade energética.

Colocar a culpa em um ser desencarnado revela falta de maturidade emocional e espiritual. A pessoa que está sintonizada com uma energia obsessiva vibra na mesma freqüência, ou seja, sente, pensa, manifesta as mesmas emoções e sentimentos.

No universo, semelhantes se atraem, é uma lei universal e não tem como ser diferente. É preciso modificar o estado vibracional, sem culpar ninguém.

A pior obsessão é a auto-obsessão, que é silenciosa e disfarçada, e ela que abre caminho para as demais formas obsessivas.

Portanto, se queremos paz, amor, tranquilidade na vida, com energias positivas, companhia de mestres e anjos, nessa energia temos que vibrar. Temos que fazer a nossa parte, agirmos com mais seriedade e discernimento espiritual.



http://www.luzdaserra.com.br/2015/obsessao-e-auto-obsessao-quem-e-o-culpado/


sábado, 12 de maio de 2012

SOMOS SERVOS DA LUZ OU DAS TREVAS?


No outro dia, estive trocando idéias sobre se somos servos da Luz ou servos das Trevas. Como é que sabemos, mesmo, lá dentro de nós, para onde vamos quando estamos dormindo, se não temos plena consciência do lugar para onde vamos! E o nosso companheiro de batalhas ao nosso lado, a qual banda pertence?


Quando estamos encarnados, torna-se difícil entender se estamos de um lado, de outro ou de nenhum lado, em cima do muro. Estamos todos caminhando lado a lado, disputando dia a dia, não uns contra os outros, mas disputando conosco mesmos. Eu estou disputando comigo mesmo, tentando definir de qual lado eu estou. É uma tarefa muito difícil, pois os obstáculos surgem no cotidiano, a todos os momentos, todos os dias.

As situações surgem, a ocasião faz o ladrão, dizem. São armadilhas que nos pregam, são testes aos quais somos submetidos, em todos os momentos. E lá está, quando menos esperamos.

Como encarnados, somos desatentos, acreditamos que todos os pensamentos que vêm à nossa mente são nossos. Grande erro! Boa parte deles pode ser, na verdade, sugestões externas, provindos de espíritos que nos acompanham. – Dos dois lados! Abaixo os maus pensamentos. Dê atenção somente às boas sugestões.

O espírito, quando desencarnado, não muda, se foi bom, continuará bom e seguirá para esferas mais elevadas. Se foi ruim, continuará ruim, com um agravante: ficará na crosta do planeta ou irá para o Umbral, ou para as trevas. Ele agora terá mais tempo para exercer a sua tendência.

ORAI E VIGIAI!

Dizem os mentores, que nos locais onde nos reunimos para trabalhos espirituais, metade são de um lado, metade são do outro. Quando sai um das trevas, entra outro. Quando entra um da luz, acaba entrando outro das trevas. Assim, o equilíbrio se mantém. Os da Luz são provados, os das Trevas são provados. Então todos nós estamos sendo provados. Acredito que eles fazem referência às nossas tendências mais profundas, aquelas que nem nós mesmos fazemos questão de examinar.

Vai ser difícil mesmo é para quem fica em cima do muro. Nenhum dos lados vai querer ficar com estes. Mas fica difícil definirmos se nós estamos em cima do muro.

Em Mateus, Capítulo 22, Versículos 28 a 32, Jesus contou a parábola dos dois filhos, um era malcriado e respondão, mas depois entendia, voltava atrás, e fazia como o pai havia pedido, com a maior boa vontade. O outro era bonzinho, educado, respondia direitinho ao pai, só que não fazia nada conforme havia dito que faria.

No mundo em que vivemos, nem sempre a coisa aparece tão nítida assim, pois acontecem devagarinho, passo a passo. De repente, o filho que se fazia de bonzinho, começa a fingir que faz como o pai desejava. Arruma intriga com um, prega peças num outro, magoa um terceiro, desmancha o serviço de um quarto, a um quinto dá ordens erradas, e por aí afora. Às vezes, ele apronta só uma de cada vez, dá um tempo, apronta outra. E por aí vai.

Isso já me cansei de ver em centro espírita. Um médium trabalha bem, mas quando outro vai ajudá-lo, maltrata e magoa o ajudante. Se esse segundo é de boa índole, sofre em silêncio a humilhação e faz conforme deseja o primeiro. Quando chega em casa, sente uma dor no peito e chora. Pensa em largar tudo. Talvez o ideal fosse que ele bronqueasse logo de cara, assim as coisas se acertariam sem demora. Mas provas são provas. Por quais delas estamos passando?

Tem o outro que dirige trabalhos, incorpora espíritos de cura, orienta pessoas, lê o evangelho, mas quando dorme, apenas põe a cabeça no travesseiro, o seu corpo astral sai todo lépido para mais uma noitada na casa de massagem, senão para lugar pior. Acorda cansado, nem se recorda do que fez.

Outra ainda, por inveja, ciúme ou sei lá o que, dirige palavras ásperas à vidente que conta o que se passava com o paciente. A vidente engole em seco e a partir daí deixa de esclarecer a todos os participantes. E assim por diante.

Nós vivemos em um mundo de ilusões, quem somos nós realmente? O que acontece conosco quando estamos libertos do corpo físico? Aí sim, no Astral, somos quem realmente somos, com todos os nossos defeitos e qualidades. Com certeza, ajudará bastante se quando formos dormir, orarmos e pedirmos que sejamos levados a lugares de estudos ou de auxílio, para que finalmente sejamos afastados dos males, vícios e más companhias.

Quando voltamos a vestir de novo o corpo carnal e acordamos, voltamos anestesiados, nos esquecemos da nossa verdadeira personalidade e vivemos um papel, uma ilusão. E nem sabemos mais de qual lado do muro nós estamos. Talvez estejamos todos em cima do muro.

Qual a resposta para tudo isso? Se, quando nós estivermos despertos no mundo físico, lutarmos contra os nossos sentimentos mesquinhos como a intriga, o orgulho, a inveja, a crítica mordaz, o ciúme e tantos outros vícios de postura, estaremos sim trabalhando na nossa reforma íntima. Não só parecendo bonzinhos, mas sendo realmente bonzinhos, obedecendo ao Pai, ou ainda, sendo menos agressivos como o primeiro filho, da historia acima, mas ainda assim, em obediência.

Pois então, se nós, estamos todos trabalhando para a Luz, de um jeito ou de outro, vamos tentar, ao menos, harmonizar aquilo que somos, tanto dormindo como acordados. É necessário ser vigilante, fazer o bem, coisas construtivas, pois a Lei de Causa e Efeitos é clara: Se você fizer o bem, receberá coisas boas. Colheremos aquilo que semearmos.

Jesus ainda nos deixou os dois maiores mandamentos: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos.

E que a Paz do Senhor esteja sempre conosco.

Escrito por: Ricardo Placa-Lar Assistencial Rubataiana

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Anencefalia

Joanna de Angelis

Médium: Divaldo P. Franco

Nada no Universo ocorre como fenômeno caótico, resultado de alguma desordem que nele predomine. O que parece casual, destrutivo, é sempre efeito de uma programação transcendente, que objetiva a ordem, a harmonia.

De igual maneira, nos destinos humanos sempre vige a Lei de Causa e Efeito, como responsável legítima por todas as ocorrências, por mais diversificadas apresentem-se.

O Espírito progride através das experiências que lhe facultam desenvolver o conhecimento intelectual enquanto lapida as impurezas morais primitivas, transformando-as em emoções relevantes e libertadoras.

Agindo sob o impacto das tendências que nele jazem, fruto que são de vivências anteriores, elabora, inconscientemente, o programa a que se deve submeter na sucessão do tempo futuro.

Harmonia emocional, equilíbrio mental, saúde orgânica ou o seu inverso, em forma de transtornos de vária denominação, fazem-se ocorrência natural dessa elaborada e transata proposta evolutiva.

Todos experimentam, inevitavelmente, as consequências dos seus pensamentos, que são responsáveis pelas suas manifestações verbais e realizações exteriores.

Sentindo, intimamente, a presença de Deus, a convivência social e as imposições educacionais, criam condicionamentos que, infelizmente, em incontáveis indivíduos dão lugar às dúvidas atrozes em torno da sua origem espiritual, da sua imortalidade.

Mesmo quando se vincula a alguma doutrina religiosa, com as exceções compreensíveis, o comportamento moral permanece materialista, utilitarista, atado às paixões defluentes do egotismo.

Não fosse assim, e decerto, muitos benefícios adviriam da convicção espiritual, que sempre define as condutas saudáveis, por constituírem motivos de elevação, defluentes do dever e da razão.

Na falta desse equilíbrio, adota-se atitude de rebeldia, quando não se encontra satisfeito com a sucessão dos acontecimentos tidos como frustrantes, perturbadores, infelizes...

Desequipado de conteúdos superiores que proporcionam a autoconfiança, o otimismo, a esperança, essa revolta, estimulada pelo primarismo que ainda jaz no ser, trabalhando em favor do egoísmo, sempre transfere a responsabilidade dos sofrimentos, dos insucessos momentâneos aos outros, às circunstâncias ditas aziagas, que consideram injustas e, dominados pelo desespero fogem através de mecanismos derrotistas e infelizes que mais o degrada, entre os quais o nefando suicídio.

Na imensa gama de instrumentos utilizados para o autocídio, o que é praticado por armas de fogo ou mediante quedas espetaculares de edifícios, de abismos, desarticula o cérebro físico e praticamente o aniquila...

Não ficariam aí, porém, os danos perpetrados, alcançando os delicados tecidos do corpo perispiritual, que se encarregará de compor os futuros aparelhos materiais para o prosseguimento da jornada de evolução.

* * * * * *

É inevitável o renascimento daquele que assim buscou a extinção da vida, portando degenerescências físicas e mentais, particularmente a anencefalia.

Muitos desses assim considerados, no entanto, não são totalmente destituídos do órgão cerebral.

Há, desse modo, anencéfalos e anencéfalos.

Expressivo número de anencéfalos preserva o cérebro primitivo ou reptiliano, o diencéfalo e as raízes do núcleo neural que se vincula ao sistema nervoso central…

Necessitam viver no corpo, mesmo que a fatalidade da morte após o renascimento, reconduza-os ao mundo espiritual.

Interromper-lhes o desenvolvimento no útero materno é crime hediondo em relação à vida. Têm vida sim, embora em padrões diferentes dos considerados normais pelo conhecimento genético atual...

Não se tratam de coisas conduzidas interiormente pela mulher, mas de filhos, que não puderam concluir a formação orgânica total, pois que são resultado da concepção, da união do espermatozoide com o óvulo.

Faltou na gestante o ácido fólico, que se tornou responsável pela ocorrência terrível.

Sucede, porém, que a genitora igualmente não é vítima de injustiça divina ou da espúria Lei do Acaso, pois que foi corresponsável pelo suicídio daquele Espírito que agora a busca para juntos conseguirem o inadiável processo de reparação do crime, de recuperação da paz e do equilíbrio antes destruído.

Quando as legislações desvairam e descriminam o aborto do anencéfalo, facilitando a sua aplicação, a sociedade caminha, a passos largos, para a legitimação de todas as formas cruéis de abortamento.

... E quando a humanidade mata o feto, prepara-se para outros hediondos crimes que a cultura, a ética e a civilização já deveriam haver eliminado no vasto processo de crescimento intelecto-moral.

Todos os recentes governos ditatoriais e arbitrários iniciaram as suas dominações extravagantes e terríveis, tornando o aborto legal e culminando, na sucessão do tempo, com os campos de extermínio de vidas sob o açodar dos mórbidos preconceitos de raça, de etnia, de religião, de política, de sociedade...

A morbidez atinge, desse modo, o clímax, quando a vida é desvalorizada e o ser humano torna-se descartável.

As loucuras eugênicas, em busca de seres humanos perfeitos, respondem por crueldades inimagináveis, desde as crianças que eram assassinadas quando nasciam com qualquer tipo de imperfeição, não servindo para as guerras, na cultura espartana, como as que ainda são atiradas aos rios, por portarem deficiências, para morrer por afogamento, em algumas tribos primitivas.

Qual, porém, a diferença entre a atitude da civilização grega e o primarismo selvagem desses clãs e a moderna conduta em relação ao anencéfalo?

O processo de evolução, no entanto, é inevitável, e os criminosos legais de hoje, recomeçarão, no futuro, em novas experiências reencarnacionistas, sofrendo a frieza do comportamento, aprendendo através do sofrimento a respeitar a vida…

* * * * * *

Compadece-te e ama o filhinho que se encontra no teu ventre, suplicando-te sem palavras a oportunidade de redimir-se.

Considera que se ele houvesse nascido bem formado e normal, apresentando depois algum problema de idiotia, de hebefrenia, de degenerescência, perdendo as funções intelectivas, motoras ou de outra natureza, como acontece amiúde, se também o matarias?

Se exercitares o aborto do anencéfalo hoje, amanhã pedirás também a eliminação legal do filhinho limitado, poupando-te o sofrimento como se alega no caso da anencefalia.

Aprende a viver dignamente agora, para que o teu seja um amanhã de bênçãos e de felicidade.



Joanna de Ângelis

* Página psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco, na reunião mediúnica da noite de 11 de abril de 2011, no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador, Bahia.



segunda-feira, 7 de maio de 2012

O PROFESSOR E O ALUNO - Mensagem do Arcanjo URIEL - canalizada por Jennifer Hoffman - em 23 de Abril de 2012.



O papel do professor é facilitar o processo de cura, mostrar onde o passado e o presente poderiam se cruzar e criar um novo paradigma para a vida. O papel do aluno é incorporar o ensinamento nas lições apresentadas e aplicá-las ao seu caminho de cura. O professor dá, o aluno recebe. E esse é um processo recíproco, de modo que o professor é também o aluno e o aluno também é o professor. Quando vocês se esquecem disso, apenas recebem metade do aprendizado, da cura e das bênçãos que lhes estão disponíveis em cada situação.


As conexões são feitas por meio de frequências energéticas ressonantes. Assim, o professor e o aluno compartilham a mesma vibração energética e cada um deles traz um aspecto da aprendizagem que o outro precisa. Se os professores acham que estão em uma vibração mais elevada que a do aluno, eles estão se afastando do conhecimento que vai ajudá-los em seu caminho. Se os alunos acham que estão em uma vibração energética inferior a do professor, eles não serão capazes de conectar-se com as frequências de que necessitam para elevar suas vibrações.

A melhor utilização do paradigma do professor e do aluno é perguntar o que vocês têm para compartilhar, bem como o que têm para aprender. Esse é o processo de ‘dar e receber’, que é um aspecto de toda aprendizagem. Se os professores estiverem cônscios do que eles dão, então, eles estão estendendo a energia e podem se tornar a fonte de cura e conhecimento para o aluno, sem concluir a própria aprendizagem. Se os alunos estiverem apenas recebendo, eles estão recebendo a energia, mas não estão compartilhando os seus dons com o professor.

Os professores que se colocam em um lugar exaltado, estão em sua energia egoica e não atuando a partir do espírito. Eles estão também em um caminho de aprendizagem tanto na necessidade de receber quanto na de compartilhar o que sabem. Todos têm algo a aprender e todos se beneficiam igualmente em receber e dar. A cada interação, quer vocês sintam que são alunos quer professores, perguntem o que têm para compartilhar e o que podem receber. Então, vocês se beneficiam de todas as bênçãos de cada conexão, de modo que vocês dão e recebem, curam e são curados por todos com quem vocês se conectem.



Direitos reservados © 2004/2011 para Jennifer Hoffman. Todos os direitos são reservados. Todo o material desta página está protegido pela lei dos direitos internacionais dos Estados Unidos da América e não podem ser parcialmente o integralmente reproduzidos sem a permissão escrita e expressa da autora. Todas as reproduções autorizadas, parciais ou em cópias, por inteiro ou em parte, devem fazer referência ao nome da autora e ao website de Curas Uriel


Fonte: www.enlighteninglife.com

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Orar não é como apertar um botão



Ouvi uma pessoa se queixar de ter feito orações e o dia não ter transcorrido bem. Provavelmente, não tendo o hábito de orar e desconhecendo os mecanismos da prece, criou expectativas em torno daquele ato esporádico, sem convicção, achando que a solução dos eventuais problemas do dia estava garantida. Pelo fato das coisas não terem corrido a seu gosto, concluiu, um tanto revoltada, que orar ou não, dá no mesmo.


Orar bem implica movimentar energias interiores, irradiar o pensamento com o impulso da vontade e da fé sinceras; pede também concentração, apoiada no silêncio e no desligamento mental do exterior. Dessa forma, em alguns rápidos minutos, pode-se conversar com Deus, com simplicidade e eficiência. A oração virá do coração, mesmo que pobre de palavras, mas rica de ideias e sentimento.

No entanto, a prece ansiosa, maquinalmente decorada, não refletida, carente de emoção, não atingirá seus objetivos; digamos, não chegará a quem se destina.

A prece não muda os principais lances da vida do homem, não altera as provas por que tenha de passar, no entanto, pode abrandá-las; pode redobrar as forças interiores de resistência do indivíduo, fazendo-o encarar situações graves ou contrárias de forma mais equilibrada e racional. Além disso, o feliz hábito de orar metaboliza as energias da calma, da paciência e também da esperança.

Embora ninguém fique sem auxílio, sem o amparo das leis divinas, a prece eventual não imuniza a pessoa das dificuldades do dia, como se apertasse um botão. Segundo o que ensina o Espiritismo, a justiça de Deus leva em extrema conta a intenção e o mérito de quem pede, em oração.

Os Espíritos encarregados do cumprimento das Suas ordens, se chegarem a receber a solicitação, podem não atender ao que a pessoa esteja pedindo no momento, mas não negam a análise instantânea da sua situação e possíveis medidas posteriores. Em muitas circunstâncias, determinadas experiências são necessárias para o seu aprendizado e os Espíritos não julgam útil favorecê-la, a fim de não interferir no curso normal das provas que poderão beneficiá-la.

Assim, a prece deve ser compreendida como uma busca, não de solução imediata para problemas e situações, mas de forças de renovação; um contato com energias superiores na procura de inspiração para a vida interior e de relação com o mundo.

Quando se faz um pedido a Deus, o seu atendimento estará automaticamente ligado ao mérito e à necessidade de cada um. Deus sabe de que precisamos e atenderá sempre, com justiça, ao que for devido e imprescindível à criatura.


Fonte: CLÁUDIO BUENO DA SILVA / O Consolador

terça-feira, 24 de abril de 2012

Origem e Natureza dos Espíritos

Perguntas de Allan Kardec aos Espíritos Superiores


76. Que definição se pode dar dos Espíritos?

“Pode dizer-se que os Espíritos são os seres inteligentes da criação. Povoam o Universo, fora do mundo material.”

77. Os Espíritos são seres distintos da Divindade, ou serão simples emanações ou porções desta e, por isto, denominados filhos de Deus?

“Meu Deus! São obra de Deus, exatamente qual a máquina o é do homem que a fabrica. A máquina é obra do homem, não é o próprio homem. Sabes que, quando faz alguma coisa bela, útil, o homem lhe chama sua filha, criação sua. Pois bem! O mesmo se dá com relação a Deus: somos Seus filhos, pois que somos obra Sua.”

78. Os Espíritos tiveram princípio, ou existem, como Deus, de toda a eternidade?


“Se não tivessem tido princípio, seriam iguais a Deus, quando, ao invés, são criação Sua e se acham submetidos à Sua vontade. Deus existe de toda a eternidade, é incontestável. Quanto, porém, ao modo porque nos criou e em que momento o fez, nada sabemos. Podes dizer que não tivemos princípio, se quiseres com isso significar que, sendo eterno, Deus há de ter sempre criado ininterruptamente. Mas, quando e como cada um de nós foi feito, repito-te, nenhum o sabe: aí é que está o mistério.”

79. Pois que há dois elementos gerais no Universo: o elemento inteligente e o elemento material, poder-se-á dizer que os Espíritos são formados do elemento inteligente, como os corpos inertes o são do elemento material?

“Evidentemente. Os Espíritos são a individualização do princípio inteligente, como os corpos são a individualização do princípio material. A época e o modo por que essa formação se operou é que são desconhecidos.”

80. A criação dos Espíritos é permanente, ou só se deu na origem dos tempos?

“É permanente. Quer dizer: Deus jamais deixou de criar.”

81. Os Espíritos se formam espontaneamente, ou procedem uns dos outros?

“Deus os cria, como a todas as outras criaturas, pela Sua vontade. Mas, repito ainda uma vez, a origem deles é mistério.”

82. Será certo dizer-se que os Espíritos são imateriais?

“Como se pode definir uma coisa, quando faltam termos de comparação e com uma linguagem deficiente? Pode um cego de nascença definir a luz? Imaterial não é bem o termo; incorpóreo seria mais exato, pois deves compreender que, sendo uma criação, o Espírito há de ser alguma coisa. É a matéria quintessenciada, mas sem analogia para vós outros, e tão etérea que escapa inteiramente ao alcance dos vossos sentidos.”

Comentário de Kardec. Dizemos que os Espíritos são imateriais, porque, pela sua essência, diferem de tudo o que conhecemos sob o nome de matéria. Um povo de cegos careceria de termos para exprimir a luz e seus efeitos. O cego de nascença se julga capaz de todas as percepções pelo ouvido, pelo olfato, pelo paladar e pelo tato. Não compreende as idéias que só lhe poderiam ser dadas pelo sentido que lhe falta. Nós outros somos verdadeiros cegos com relação à essência dos seres sobre-humanos. Não os podemos definir senão por meio de comparações sempre imperfeitas, ou por um esforço da imaginação.

83. Os Espíritos têm fim? Compreende-se que seja eterno o princípio donde eles emanam, mas o que perguntamos é se suas individualidades têm um termo e se, em dado tempo, mais ou menos longo, o elemento de que são formados não se dissemina e volta à massa donde saiu, como sucede com os corpos materiais. É difícil de conceber-se que uma coisa que teve começo possa não ter fim.

“Há muitas coisas que não compreendeis, porque tendes limitada a inteligência. Isso, porém, não é razão para que as repilais. O filho não compreende tudo o que a seu pai é compreensível, nem o ignorante tudo o que o sábio apreende. Dizemos que a existência dos Espíritos não tem fim. É tudo o que podemos, por agora, dizer.”

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Kardec, Allan. Da obra: Livro dos Espíritos.

Rio de Janeiro, RJ: FEB.