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quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Tradição Antiga Arte no 1° Bazar das Fadas no Bosque

No dia 10 de setembro acontecerá o 1º Bazar das Fadas no Bosque, em Santo André/SP.
Nós da Tradição Antiga Arte estaremos lá com vários artesanatos em exposição.
Venham nos conhecer, e conhecer nosso trabalho.
No evento teremos:
✿ Expositores esotéricos
✿ Produtos Artesanais
✿ Vivências mágicas
✿ Rituais
✿ Danças circulares
✿ Muito mais!
Neste dia vamos celebrar a energia do mês da primavera!
Durante todo o evento teremos vivências, ritos, celebrações e muita diversão!
Ayla Amaranth

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Dica da Sacer

Dica da sacer: para honrar a a estação do ano em q estamos, além da celebração do saba q já fazemos habitualmente, é interessante manter no altar.algo q simbolize a estação. Como exemplo, no inverno mantenha flocos de neve feitos de.papel ou pinhas iguais aquelas q pendurados na árvore de natal. Assim vc estará honrando a estação do ano em q estiver durante todo seu seguimento, e quando a estação mudar é só trocar por outro item referente a estação seguinte.

domingo, 10 de julho de 2016

Celebração do Dia 10 DE JULHO

Dia da deusa nórdica Hella ou Hel, a senhora de Niflhein, o mundo subterrâneo formado por gelo e fogo vulcânico.
Hel, cujo nome originou a palavra inglesa inferno, tinha uma aparência aterrorizante, com metade de seu corpo em decomposição, toda corroída por doenças. Para seu reino de nove círculos iam todos os mortos, com a exceção daqueles que morriam em combates e que eram levados pelas Valquírias para Valhalla, o castelo do deus Odin. Niflheim tinha um local de repouso para os “bons”, enquanto outra parte servia para a purificação ou expiação daqueles que tinham vivido de forma errada ou vil. As tribos germânicas chamavam Hel ou Holda ou Bertha e acreditavam que ela acompanhava Odin na “Caça Selvagem” para recolher as almas errantes e levá-las para recuperação em seus reinos, à espera de uma nova encarnação.
Celebração da deusa da morte Skadi, a padroeira da Escandinávia, que reinava sobre o gelo e a neve do extremo norte da Europa. Ao contrário de Hel, Skadi era bonita e inspirava os poetas e os xamãs com suas criações e previsões oraculares.
Na antiga Rússia, comemorava-se Snegurotchka, a deusa da neve, transformada, posteriormente, na Donzela da Neve, personagem de um conto similar à Branca de Neve alemã.
*informações extraídas do livro “ O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.

https://www.facebook.com/grutadadeusa/?fref=ts

Celebração do Dia 09 DE JULHO


Início da “Panathenea”, o festival dedicado à deusa Athena. Durante seis dias, promoviam-se competições musicais, concursos de poesias, corridas de cavalos e carruagens, demonstrações de atletismo, boxe, ginástica e danças. Ao contrário de outros festivais esportivos, este tinha um significado religioso. Os ganhadores recebiam ânforas com azeite extraído das oliveiras sagradas e eram coroadas com guirlandas de ouro. No final, a multidão seguia em procissão, carregando tochas e oferendas para o templo da deusa Athena, na Acrópolis, colocando novas roupagens nas estátuas da deusa.
Comemoração grega da deusa Rhea, a Mãe das Montanhas. Rhea era uma antiga deusa cretense da Terra, reverenciada com procissões de címbalos, flautas, tambores, tochas acesas e “labrys”, as machadinhas de duas lâminas em forma de borboleta, representando a fertilidade da terra.
Celebração do deus grego do vinho e da fertilidade Donisio.
Festival de lagosta em Nova Scotia, reminiscência das antigas celebrações das Deusas das Águas.
*informações extraídas do livro “ O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.
https://www.facebook.com/grutadadeusa/?fref=ts

Celebração do Dia 07 DE JULHO


Em Roma, “Nonae Caprotinae”, a mais antiga celebração de Juno, a deusa greco-romana padroeira do casamento e das mulheres. Juno era conhecida por vários nomes, de acordo com suas atribuições: Pronuba, a que encaminhava o parceiro certo; Cinxia, a que estimulava o interesse do parceiro; Populônia, a deusa da concepção; Sospita, a facilitadora do parto e Lucina, a que trazia a criança à luz.
Conecte-se ao aspecto da deusa Juno que seja compatível ou necessário à fase atual de sua vida. Peça-lhe para encontrar, apoiar e amar seu parceiro ou preparar-se para conceber e criar um filho ou um projeto.
Feriae Ancillarum, o festival romano das empregadas, que desfrutavam de liberdades e regalias neste dia.
Tanabata, o festival japonês das estrelas, comemorando Shokujo e Kengyn, personagens de um antigo mito. Diz o mito que eles eram um casal de namorados que, ao se verem separados por um rio turbulento, preferiram se jogar na água e morrer abraçados. Os deuses, condoídos com esta prova de amor, transformaram-nos em duas estrelas, colocando-as às margens da Via Láctea. Neste dia, as pessoas reuniam-se, recitando poesias e orando para as duas estrelas, pedindo sorte no amor.
Celebração da Via Láctea, na China, comemorando o encontro entre a deusa Zhinu e seu amado, o pastor. O mito, similar ao japonês, relata a separação do casal e seu encontro anual em uma ponte formada por andorinhas.
*informações extraídas do livro “ O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.
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Celebração do Dia 06 DE JULHO

Celebração de Chih Nu, a deusa tecelã chinesa, padroeira das tecelãs, dos casamentos e regente da estrela Veja, da constelação de Lira. A tarefa desta deusa era tecer as roupas das divindades com os fios multicoloridos do arco-íris.
Festa de Io, antiga representação grega da Lua como uma deusa com cabeça de vaca, ornada com chifres e tendo em seu corpo as três cores sagradas da deusa: branco, vermelho e preto. Posteriormente, esse simbolismo foi atribuído a Hera, que passou a ser chamada de “deusa com olhos de vaca” e Io foi reduzida a uma simples mortal, amante de Zeus e transformada por ele em vaca para escapar à fúria de Juno.
Dia dedicado às deusas lunares adornadas com chifres: Hathor, Io, Hera, Juno, Luna, Pasiphae, Selene, Isthar, Ísis e Nephtys.
Neste dia, na Espanha, em lugar das antigas celebrações da Deusa, começavam as sangrentas e absurdas corridas de touros. O touro, antigamente, era um animal sagrado e sacrificado apenas nos rituais, sem colocar em risco a vida dos jovens e sem torturar o animal. Em Creta, pelo contrário, jovens (moças e rapazes) participavam de todo o tipo de competições, inclusive com saltos acrobáticos sobre os touros, que depois eram coroados e não sacrificados.
*informações extraídas do livro “ O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.
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Celebração do Dia 05 DE JULHO

Dia da deusa egípicia Maat, a guardiã da justiça, da sabedoria e da verdade. Maat era filha do deus solar Ra e esposa de Thoth, o deus da sabedoria, da magia e do conhecimento. Como senhora do julgamento, suas leis governavam os três mundos e até mesmo os deuses deveriam obedecê-las. Suas imagens mostram-na pesando os corações dos mortos, comparando-os a uma pena de avestruz que adornava sua tiara. Em seus julgamentos, era assistida por um tribunal de quarenta e dois juizes que avaliavam a pureza das almas ou a presença do mal em suas vidas. Se a alma estivesse leve pelo uso justo da verdade, o morto entrava no mundo subterrâneo à espera do renascimento. Se a balança se inclinasse com o peso das maldades e mentiras, o morto era devorado pela deusa Ahemit, que tinha o corpo de leão, hipopótamo e crocodilo.
Celebração solares de Feill Sheathain dos Pictos, na antiga Escócia e dos índios Assinboine, no estado de Montana, EUA.
*informações extraídas do livro “ O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.
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Celebração do Dia 04 DE JULHO


Gahan, a cerimônia dos índios Mescalero Apache homenageando os espíritos das cachoeiras, as montanhas e a deusa ancestral da terra Akwin.
Dança do Sol dos índios Ute honrando o deus do fogo solar, a força dos guerreiros e a deusa solar Kutnahin.
Na Austrália, comemorava-se “As filhas do Tempo de Sonhos do Sol” ou as Djanggawul. Eram divindades ancestrais, guardiãs das tradições e dos rituais que regiam a fertilidade, a criação das plantas dos animais. Possuíam bolsas mágicas que lhe conferiam o poder da criação. Foram elas que legaram às mulheres o poder e a sabedoria para criar e fazer rituais.
Celebração da deusa Pax, guardiã da paz e da harmonia, equivalente romana da deusa grega Concórdia. Use seu poder e sua sabedoria ancestral para criar um pequeno ritual para contribuir pela Paz Mundial. Acenda uma vela azul e um incenso de jasmim, coloque uma música suave e mentalize uma nuvem azul envolvendo todo o planeta. Concentre-se naquelas áreas (países, governos ou pessoas) que estão em conflito ou em desarmonia. Mentalize a energia da deusa Pax acalmando os ânimos e equilibrando as mentes e os corações. Emita vibrações de cooperação e compreensão, sem procurar soluções específicas, apenas afirmando a intenção da paz e da concórdia.
*informações extraídas do livro “ O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.
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Celebração do Dia 03 DE JULHO

Festival celta celebrando a deusa da fertilidade e inspiração Cerridwen, a dententora do Caldeirão Sagrado da transmutação e Grande Mãe da vegetação. Seus símbolos eram o caldeirão, o cálice, a porca branca e os cereais. Comemoração de Zytniamatka e de Kornmutter, as mães do milho na antiga Prússia e na Alemanha, deusas da agricultura e dos cereais cujo espírito ficava retido na última espiga da colheita. Essa espiga era transformada em boneca e guardada até a próxima primavera quando, durante um ritual, era enterrada na terra arada para favorecer o plantio e a colheita. Dança do milho verde dos índios Seminole, na Flórida, homenageando a deusa da agricultura Selu e seus consorte Konati, o senhor da caça. Segundo a lenda, Selu, antes de morrer, ensinou seus filhos a fertilizarem a terra com seu sangue para que o milho pudesse crescer. Na Micronésia, os povos antigos comemoravam, neste dia, Lorop, a criadora, deusa que alimentava seus filhos com peixes e frutas. No Havaí e Nova Zelândia celebrava-se Haumea, a deusa da fertilidade, da vegetação e do nascimento. Mãe de Pele, a deusa do fogo vulcânico, ela ensinou às mulheres o parto normal.
*informações extraídas do livro “ O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.
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Celebração do Dia 01 DE JULHO

Celebração da deusa assíria Atargatis ou Dea Syria, a mãe da deusa Semiramis. Atargatis podia ser representada como uma deusa sereia, uma deusa golfinho, uma deusa da vegetação ou uma deusa celeste envolta por nuvens. Na Síria, era chamada de Tirgata e foi identificada, posteriormente, com Afrodite. Em seu templo em Der, na Babilônia, ela era denominada Derceto, “A Baleia de Der”, enquanto que em Harran acredita-se que seus peixes sagrados tinham poderes oraculares. Na Beócia, ela foi equiparada à Ártemis, sendo representada com um amuleto em forma de peixe sobre seus genitais.
O peixe é um símbolo universal da Grande Mãe, conhecido como Vesica Piscis e representando o yoni, órgão sexual feminino. Os hindus deram sinônimo de “cheiro de peixe” à deusa Yônica e um dos apelidos da deusa chinesa Kwan Yin era “a deusa peixe”. Na Grécia, “delphos” significava “peixe” e “ventre” e o oráculo original de Delphi pertencia a Themis, a deusa peixe ou golfinho, senhora do abismo primordial. O peixe era o alimento sagrado das deusas Salácia, Afrodite e Freya, comido nas sextas-feiras, dia de Vênus, muitos séculos antes das recomendações cristãs. O símbolo do peixe como representação do yoni da Deusa era tão arraigado na mente e nas celebrações dos povos que o cristianismo assumiu-o, após revisar e modificar seu significado. No início Jesus era representado dentro de uma Vesica Piscis sobreposta ao ventre de Maria, reproduzindo assim, os antigos símbolos das Deusas Mães. Um antigo hino medieval falava de “Jesus, o pequeno peixe que a Virgem pegou na fonte”. Vários nomes das deusas das águas – Mari, Marriti, Mehit e Mehitabel – eram representados por ideogramas significando mar, mãe e peixe.
Início da procissão ao monte Fujiyama, no Japão, celebrando a deusa do fogo Fuji, a padroeira do Japão. O Fujiyama é o monte mais alto do Japão, sendo considerado o ponto de contato entre o Céu e o Mundo Subterrâneo. É nele que mora Fuji, uma deusa ancestral, senhora do fogo vulcânico. Neste dia, Fuji é honrada com orações e queima de oferendas nas fogueiras, homenageando-a como a Avó do Japão.
No Nepal, comemora-se Naga Panchami, festival em honra à deusa-serpente Manasa Devi. Após colocarem oferendas nas tocas das cobras, as pessoas seguiam em procissão aos templos, carregando cobras vivas e colocando-as em altares enfeitados com imagens de najas.
*informações extraídas do livro “ O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.
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sexta-feira, 6 de maio de 2016

Ser sacerdotisa

Para mim, ser sacerdotisa é mais que um título ou um grau dentro de uma Tradição. 
Ser sacerdotisa é como ser mãe! 
Cuidamos e zelamos por nossos seguidores como uma mãe faz com seu filho. Acompanhamos a vida de cada um deles, rezando aos Deuses todos os dias para que cuidem e abençoem nossos filhos, e assim os protejam de todo o mal. Nos preocupamos com suas vidas, e não só com a vida mágica, mas em todos os outros campos também.
Afinal, sua felicidade é o que nos importa.
Ser sacerdotisa é amar o que faz, e passar para seus filhos seus conhecimentos e sabedoria, dando-lhes a oportunidade de alcançarem o sacerdócio também. Para você que assim como eu entende que ser sacerdotisa é ser mãe, e que sua responsabilidade como tal é tudo isso e muito mais, parabéns! Hoje é seu dia também, e a todas essas sacerdotisas eu desejo um feliz dia das mãe.

quinta-feira, 31 de março de 2016

Ser bruxa

Um dia você acorda e percebe que o mundo mudou, que as coisas à sua volta têm outro brilho, outra cor.


Um dia você simplesmente olha para o amanhecer como algo único e divino, a luz da lua com sua energia e poder, as folhas da árvore dançando com a brisa que a envolve.

Suas sensações afloram e tudo que você mais deseja é estar entre a mãe natureza e viver a magia de ser diferente entre outras pessoas à sua volta.

É quando você percebe que tem algo especial e que é capaz de mudar o mundo!
“Mas e agora? O que faço?” É a primeira coisa que passa na sua cabeça, e a resposta é simples, dentro de seu coração: Seja, sinta, viva a bruxa que está dentro de você.

Se permita envolver pelo dom que lhe foi dado, trazendo para sua vida a sabedoria de seus ancestrais que a muito tempo tenta te dar um sinal, mas que só hoje você foi capaz de percebê-lo.

Uma bruxa quando se descobre passa a ter a sensibilidade de uma flor que acabou de desabrochar para o mundo. Você só precisa se aceitar e entender que isso não é um bem adquirido, mas sim algo que já existe em você desde o dia que o ventre de sua mãe à gerou.

E é assim você vai entender que nunca foi a garotinha estranha entre as outras pessoas, as outras pessoas sim que são estranhas entre esse mundo mágico e cheio de cores que hoje você enxergou.

Parabéns, você é uma bruxa.

Ayla Amarantha

quinta-feira, 24 de março de 2016

Conversando com a sacerdotisa

Olá meus queridos amigos, é com muita alegria e gratidão que estou apresentando a grande oportunidade de aprender com uma sacerdotisa de verdade..
A partir de agora vocês que me acompanham vão poder aprender tudo sobre bruxaria, com uma sacerdotisa.
Eu sou uma dedicada da Tradição Antiga Arte, estou no segundo grau de uma longa jornada para me formar um dia em sacerdotisa, e a Ayla Amarantha é a nossa sacerdotisa e fundadora dessa nossa tradição.
Ela aceitou meu convite em ser uma das colaboradoras do meu blog, mesmo com tantas atribuições vai estar colaborando conosco com suas dicas e ensinamentos.
Então espero que aproveitem essa oportunidade de aprendizado.
Bjos a todos e vamos aos estudos.


Conhecendo a Sacerdotisa

Sou bruxa, sacerdotisa e uma eterna aprendiz. Tenho orgulho de tudo que faço e aprendo com a vida a cada amanhecer. 

Adoro ensinar o que sei e aprender coisas novas. Assim, pretendo seguir meus passos.

Sou apaixonada pela natureza e a respeito e cuido com orgulho e dedicação.

Pratico magia para o meu desenvolvimento pessoal e para o bem-estar dos outros, trazendo sempre comigo a energia de pessoas boas que me rodeiam.

Sacerdotisa e fundadora da Tradição Antiga Arte




Escritora e Editora

Autora do livro Diário Magico da uma Bruxa


quarta-feira, 23 de março de 2016

Como afirmar ser filho de uma Deusa ou Deus

Em seu altar acenda uma vela branca e um incenso de sua preferência.

Pense na Deusa/Deus que você acredita ser seu guia, feche os olhos e o imagine sentado ao seu lado, repita seu nome 3 vezes e diga:
"Deusa ---------, hoje te encontrei e assim quero saber. Serás tu minha amada mãe que me protege e me ajudará a aprender? Me de um sinal, se mostre a mim. A ti quero seguir e assim sempre viver"
Se for Deus, não se esqueça de mudar a forma de dizer.
Agradeça e se despeça. Fique atento aos possíveis sinais que pode vir de onde você menos espera.
By Ayla Amarantha

Sacerdotisa e fundadora da Tradição Antiga Arte

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Autora do livro Diário Magico da uma Bruxa

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