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terça-feira, 3 de julho de 2018

Eram duas ventarolas

Eram duas ventarolas
Duas ventarolas que sopravam sobre o mar
Eram duas ventarolas
Duas ventarolas que sopravam sobre o mar
Uma era Iansã, eparrey
A outra era Iemanjá, Odô Siabá
Uma era Iansã, eparrey
A outra era Iemanjá, Odô Siabá
Não há feitiço que vença a fé, a oração verdadeira, aquela que sai do coração é a barreira mais potente e eficaz que se tem. ( trecho do Livro São Cipriano)



domingo, 24 de dezembro de 2017

Guardiões do Carma - A Missão dos Exús na terrra

Livro de Wanderley Oliveira II, maravilhoso, esclarecedor, muito corajoso e responsável desmistificando a verdadeira ação dessas entidades Guardiãs, muitas vezes não aceita em centros espíritas de orientação ainda engessada e sem o propósito de crescimento. Me identifiquei muito, pelo fato de ser convidada a me retirar do Centro Espirita quando era dirigente, por que minha Cigana liderava trabalho de cura e minha Pombagira Guardiã os resgates nas furnas do Umbral. O comentário do trabalho mediúnico chamou a atenção e os dirigentes não aceitaram a conduta. Aconteceu com outro Grupo tbm pelo mesmo motivo. No nosso grupo trabalhavamos nas regras de casa espirita, sem incorporar efetivamente como na Umbanda, mas mesmo assim eramos orientados, médiuns videntes podiam ver, tinhamos ciganos, caboclos, Exus e xamãs. Sei que a espiritualidade tem seus caminhos pra nos direcionar, talvez nunca seguiria o caminho que estou hoje, no caminho do aprendizado para ser sacerdotisa de Umbanda caso não tivesse passado por isso. Mas esse Guardiões do Carma - A Missão dos Exús na Terra vai fazer parte do material de estudo doutrinário da minha futura casa. Obrigado amigo Wanderley Oliveira por dividir tamanha lucidez e grandeza com seu público de leitores.
#WanderleyOliveira
#superindico
#Leituradoutrinaria
#Tati100mistica
#FênixAzul



quinta-feira, 28 de setembro de 2017

POR QUE FICAMOS DE PÉS DESCALÇOS NA UMBANDA?


O terreiro de Umbanda é considerado solo sagrado para os umbandistas. As consagrações, os preceitos, as cerimônias rituais, a reverência à ancestralidade, as rogativas e agradecimentos, as oferendas aos Orixás, são atos realizados nesse espaço. Utilizamos o calçado para proteger os pés das sujeiras do chão, além de nos proporcionar conforto ao caminhar. Infelizmente, as vias públicas de nossas cidades são sujas, com resíduos orgânicos deixados no chão, e toda essa energia deletéria fica impregnada nas solas dos sapatos, energias impróprias para um local sagrado. Estar com os pés descalços é reconhecer um estado de imperfeição. Os pés nus expressam a nudez total do ser, a sua pequenez em sua dependência face a face ao Criador e ao Sagrado. Os pés descalços representam a humildade e o respeito para com o Criador, os Orixás e a ancestralidade.
- fragmentos do livro ENSINAMENTOS BÁSICOS DE UMBANDA
http://www.livrariadotriangulo.com.br/

Falando de umbanda..


* Uma das coisas que sempre digo, é que a Umbanda NÃO realiza, em qualquer hipótese, o sacrifício ritualistico de animais nem utiliza quaiquer elementos destes em ritos, oferendas ou trabalhos.

* A umbanda não preceitua a colocação de despachos ou oferendas em esquinas urbanas, e sua reverência às forças da natureza implica preservação e respeito a todos os ambientes naturais da terra.

* A Umbanda crê num ser supremo, o Deus único criador de todas as religiões monoteístas. Os Orixás são emanações da Divindade, como todos os seres criados.


Fonte: Iniciando da Umbanda, volume 1. 
Autor: Norberto Peixoto

domingo, 25 de dezembro de 2016

O DEUS DE UM É DE TODOS!!!

Esses que brigam em nome das religiões como se cada uma tivesse um Deus mais verdadeiro que a outra, se afastam d’Ele, o Criador. Estes que se realizam cegamente maltratando o outro irmão por diferenças de crença religiosa se afastam do verdadeiro sentido da re-ligação com o principio gerador e mantenedor da vida, o Pai-Mãe único.
Por isto meu filho, somos todos irmãos ligados numa mesma essência divina. O Deus de um é o Deus de todos. O Deus que muitos pensam ter encontrado, se instiga ações sectárias e de intolerância religiosa é um falso Deus. O Deus Cósmico que preenche cada um de nós se expressa de diferentes formas e é pleno amor e união provindos de uma mesma essência divinizadora. Quando todos realizarem o Deus dentro de si, não precisará ter mais religiões na Terra e haverá uma perene paz planetária.
- do livro AOS PÉS DO PRETO VELHO
http://livrariadotriangulo.com.br/

domingo, 18 de dezembro de 2016

PODE ACONTECER DISPUTA PELA CABEÇA DO MÉDIUM?

Liderando a caminhada mediúnica de um médium está o mentor ou guia – falangeiros dos Orixás –, que são espíritos preparados na tarefa umbandista. Esses espíritos/guias são escolhidos antes de o médium encarnar, possuindo ligações afetivas pretéritas e com a responsabilidade de direcionar, intuir e orientar seu pupilo na caridade. São espíritos com grande entendimento das leis divinas, agindo com ética e moral e ensinando seu médium a percorrer o mesmo caminho evolutivo. Então, não há disputa pela cabeça ou Ori do médium, pois os guias e mentores vêm com esse compromisso predeterminado.
O que poderá acontecer é o medianeiro estar desequilibrado
e haver briga entre obsessores ou quiumbas pela "posse"
do indivíduo.

domingo, 11 de dezembro de 2016

O QUE SÃO PONTOS CANTADOS?

Pontos cantados são orações com ritmo, ou seja, preces cantadas, verdadeiros mantras. O ponto cantado tem o poder de ligar os dois mundos ou planos – Aiyê (físico) e Orun (espiritual) –, sendo utilizado para diversos fins ritualísticos. Há pontos de louvação; pontos de chamada ou invocação de linhas ou falanges; pontos para solicitar a subida ou desincorporação das entidades; pontos de sustentação para que a engira não tenha oscilações vibratórias; pontos para abrir e encerrar trabalhos; pontos de defumação; pontos para descarregar ou realizar a limpeza energética. Para todo momento há um ponto cantado unindo ambos os planos: o visível e o invisível.

domingo, 4 de dezembro de 2016

POR QUE USAMOS ROUPA BRANCA NA UMBANDA?

A roupa branca transmite uma sensação de limpeza, assepsia, calma, paz espiritual e serenidade. O branco possui característica refletora e sugere libertação, iluminando o lado espiritual e restabelecendo o equilíbrio interior.
O médium de vestimenta branca serve como identificação de quem são os trabalhadores do terreiro, facilitando assim o reconhecimento daqueles que chegam pela primeira vez na casa. Numa corrente mediúnica onde todos estão de branco, as diferenças de condição social, financeira ou intelectual não existem, o branco não personaliza, ao contrário, ele unifica e nos lembra de que somos iguais perante o Pai.
PRÉ-VENDA ENSINAMENTOS BÁSICOS DE UMBANDA
COMPRE pelo site:http://www.livrariadotriangulo.com.br/

domingo, 27 de novembro de 2016

O EFEITO FAVORÁVEL DO BENZIMENTO.

Apesar de sua aparência supersticiosa ou fantasiosa, o efeito favorável do benzimento depende também de certo método ou cientificismo, em que o benzedor disciplina ou coordena a projeção dos seus fluidos terapêuticos. Não basta a reserva de suas energias vitais para lograr o êxito desejado, mas ele necessita ativar a convergência mental e emotiva de si mesmo, durante o benzimento e em direção ao objetivo fixado. Em vez de operar a esmo, isso o ajuda na concentração energética, pois a preferência por determinado objeto, erva, substância ou certa gesticulação e exorcismo, serve-lhe de catalisador do próprio benzimento. Aliás, os espíritos benfeitores, que assistem e auxiliam os curandeiros e benzedores, também os ajudam a encontrar um ponto ou centro hipnótico, que os concentre na prática do benzimento.
Acontece que o dom ou a faculdade curativa é inerente ao benzedor, e não depende, de modo algum, de objetos, ervas ou ritos. Todavia, varia o modo e a preferência de um benzedor para outro, quanto ao uso de certos ingredientes ou sistema de operar. Aqui, a preta-velha benze utilizando-se de galhos de arruda, ou palha benta, esconjurando os fluidos ruins e fazendo cruzes sobre o paciente; ali, outra criatura usa de rosário, escapulário, talismã ou bolsinha de oração; acolá, o caboclo benze cruzando o corpo do enfermo com objetos de aço para atrair e imantar os maus fluidos, objetos que depois ele lança atrás da porta ou na água corrente. Alguns benzedores solicitam dos enfermos objetos como faca, canivetes ou até chaveiros usados, e que depois atiram fora, convictos de os terem imantado com os fluidos ruins do benzido!
- do livro MAGIA DE REDENÇÃO.
Foto: Júlio Cordeiro - Agência RBS.

domingo, 20 de novembro de 2016

A BENZEDEIRA...

As criaturas que praticam o benzimento são verdadeiros transformadores vivos, pois dissolvem o fluido do mau-olhado ou da projeção mental à distância e malevolamente incrustados na aura das crianças. Elas se ajustam muito bem no conceito dinâmico recomendado por Jesus: "Quem tiver fé como um grão de mostarda, remove montanhas".
Em face da maldade ainda predominante no mundo primário terreno pelo entrechoque dos piores sentimentos de raiva, ódio, ciúme, perversidade e orgulho, o benzedor é um "oásis" no deserto escaldante do sofrimento humano! Ele cura bicheiras, levanta quebranto, alivia epilépticos, afasta mau-olhado, acalma vermes, reza responso para descobrir aves e animais perdidos, defuma residências enfeitiçados, limpa a aura das criaturas contaminadas com maus fluidos, expulsa o azar da vida alheia, benze eczemas e impingens, conserta espinhela e arca caída das crianças recém nascidas, benze de inveja ou de susto, faz simpatias que derrubam verrugas ou calos!
- do livro MAGIA DE REDENÇÃO
Foto: Júlio Cordeiro - Agência RBS.

domingo, 13 de novembro de 2016

POR QUE OS PRETOS VELHOS FALAM ERRADO?

Os espíritos que se apresentam na forma de preto velho são de uma sabedoria ímpar. Além de serem conhecedores das mazelas humanas, possuem o talento de estabelecer um diálogo profundo em diversos assuntos, bem como, também, falar em vários idiomas.
Como espíritos iluminados, em sua profunda humildade, rebaixam seu padrão vibratório para se fazerem percebidos e manifestados no médium e, assim, orientar as pessoas que chegam ao terreiro, em seus diferentes graus de compreensão e estudo. Para não se colocarem acima de qualquer um ou se sentirem mais inteligentes, esses espíritos se colocam abaixo dos consulentes, sentados no toco ou banquinho, utilizando de um linguajar tosco, pronunciando palavras erradas, e assim orientam e amparam sem julgamentos e com muita amorosidade o consulente sofrido que está sentado à sua frente. Deixam-nos seu exemplo de humildade e sabedoria conquistado ao longo de inúmeras encarnações, lembrando a si mesmos e a nós, encarnados, que é muito fácil a queda de um espírito.
DO LIVRO: ENSINAMENTOS BÁSICOS DE UMBANDA
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domingo, 6 de novembro de 2016

POR QUE OS EXUS DÃO RISADAS?

A gargalhada de Exu é mais que um mantra, é uma ferramenta de trabalho. Através do som da gargalhada, eles entram nos campos energéticos, desfazendo as energias densas, recolhendo entidades que vibram na maldade, retirando miasmas, enfim, abrindo o caminho para que outras entidades, como os pretos velhos e os caboclos, possam dar continuidade ao trabalho espiritual. A gargalhada também tem a função de liberar qualquer resquício de energia negativa que possa ficar impregnado no medianeiro ou no local de trabalho, fazendo, assim, a assepsia.
Longe de ser um escárnio para com o consulente, a gargalhada é uma forma de vibrar na alegria, mesmo tendo que lidar constantemente com situações difíceis, tristes e inimagináveis para nós, situações essas criadas e estimuladas pelos seres humanos que não exercitam um bom caráter.
Acima de tudo, Exu é feliz!!!
E nós, quando seremos felizes em equilíbrio com as Leis Universais?
- texto baseado no livro ENSINAMENTOS BÁSICOS DE UMBANDA
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domingo, 30 de outubro de 2016

O ASSOBIO DO CABOCLO...

Os homens afoitos e zelosos das purezas doutrinárias criticam os caboclos da umbanda quando assoviam, cantam, assopram e chilream como pássaros, baforando o charuto. A estreiteza de opinião oriunda do desconhecimento, aliado ao preconceito, favorece as "superioridades" doutrinárias e as interpretações sectárias.
Os fundamentos dos mantras e seus efeitos curativos (vocalização de palavras mágicas) fazem parte dos ritmos cósmicos desde os primórdios de vossa civilização. Os vocábulos pronunciados, acompanhados do sopro e das baforadas, movimentam partículas e moléculas do éter circundante do consulente, impactam os corpos astral e etérico, expandindo a aura e realizando a desagregação de fluidos densos, miasmas, placas, vibriões e outras negatividades.
Assim como as muralhas de Jericó tombaram ao som das trombetas de Josué, os cânticos, tambores e chocalhos dos caboclos desintegram poderosos campos de força magnetizados no Astral, bem como o som do diapasão faz evaporar a água.
Os infra e oultra-sons do Logos, o Verbo sagrado, deram origem ao Universos e compõem a tríade divina: som, luz e movimento.
Como o macrocosmo está no microcosmo, e vice-versa, se pronunciardes determinadas palavras contra um objeto ou ponto focal no Espaço, mentalizando a ação que esse som simboliza, será potencializada a intenção pelo mediunismo do caboclo manifestado no médium, e energias correspondentes serão movimentadas. Ao mesmo tempo, cada chacra é uma antena viva dessas vibrações que repercutirão nas glândulas e nos órgãos fisiológicos, alterando os núcleos mórbidos que causam as doenças, advindo as"notáveis" curas praticadas na umbanda.
É comum religiosos e exímios expositores de outras doutrinas acorrerem a ela, sorrateiramente, às escondidas, com os filhos ou eles mesmos adoentados, ditos incuráveis pela medicina materialista, tendo sua saúde reinstalada, para depois nunca mais adentrarem um terreiro. A todos o manto da caridade dá alento, sem distinguir a fé fragmentada de cada um.
- do livro A MISSÃO DA UMBANDA
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domingo, 23 de outubro de 2016

O MÉDIUM, TRABALHADOR ATIVO, TEM PROTEÇÃO?

O médium de boa vontade que se dedica com assiduidade à caridade, seja num templo, terreiro, casa espiritualista ou de Umbanda, estará sempre amparado e protegido pela egrégora espiritual da casa. Esse amparo prevalecerá, respeitando sempre as escolhas do medianeiro na vida cotidiana. Se, no decorrer do seu mediunato, o médium começar a trilhar caminhos que, futuramente, o levarão ao sofrimento e à dor, em outras palavras, passar a exercer atitudes que o prejudicarão na sintonia com seus Guias e Protetores, haverá avisos de alerta, chamando-o à razão por parte da sua Banda. Em geral, o amparo e a proteção se estenderão não só ao médium e sua residência, mas também aos familiares mais diretos, como filhos,esposa(o), pai e mãe.
Quando o médium começa a ter atitudes que venham a prejudicar a sintonia com seus Guias nas tarefas mediúnicas e, apesar dos avisos constantes, não ocorrer uma mudança de atitudes e procedimentos, a sua Banda se afastará. Não podemos interpretar esse afastamento como briga ou desentendimento do plano espiritual para com o médium, e sim como uma mudança de vibração. Seus guias ou mentores não conseguirão se aproximar do campo energético do médium; consequentemente, ficará ele à mercê de espíritos que vibram na nova faixa que ele, por sua livre
vontade, sintonizou.
- do livro ENSINAMENTOS BÁSICOS DE UMBANDA.
http://www.livrariadotriangulo.com.br

domingo, 16 de outubro de 2016

O QUE ACONTECE NO PLANO INVISÍVEL QUANDO FREQUENTAMOS UM TERREIRO DE UMBANDA?

Geralmente, a pessoa que procura um terreiro de Umbanda para receber um passe energético ou orientação do plano espiritual chega em desequilíbrio emocional, mental, quando não com distúrbios no corpo físico, e, por sintonia, traz consigo espíritos desencarnados que estão vibrando no mesmo diapasão. O auxílio espiritual inicia-se no momento em que o consulente entra no terreiro. 
Já no portão de entrada encontramos, a postos, os Exus que farão a triagem dos espíritos desencarnados, acompanhantes do consulente. Essa triagem separará os desencarnados conforme o seu momento consciencial, de merecimento e grau de maldade, liberando para alguns a entrada ao templo, enquanto, para outros, a permissão será vetada, ficando esses últimos retidos na tronqueira – assentamentos dos Exus. A reclusão será por um determinado tempo e, após esse período, serão encaminhados a outros locais, conforme determinação do Alto.
Para que o terreiro tenha o amparo dos espíritos benfeitores, é de máxima importância que haja disciplina, organização e respeito, bases essas onde serão firmados todos os trabalhos. Para tanto, é essencial um horário predeterminado para iniciar e terminar, bem como um ritual que organizará as tarefas, sejam elas mediúnicas ou relativas à assistência; respeito entre os médiuns trabalhadores e a hierarquia; ausência ou controle de fofocas, melindres ou qualquer outro tipo de desarmonia nos relacionamentos.
Consequentemente, a sessão de caridade no plano físico terá horário de término, ao passo que, na sua contraparte invisível, os trabalhos de socorro continuarão adentrando a noite. Geralmente, nessa segunda parte dos atendimentos, a espiritualidade solicita a presença de alguns médiuns que, em desdobramento natural do sono físico, ajudarão nas tarefas de socorro, fornecendo o ectoplasma.
- FRAGMENTOS do livro ENSINAMENTOS BÁSICOS DE UMBANDA
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domingo, 9 de outubro de 2016

AS ENTIDADES DE UMBANDA FAZEM ADIVINHAÇÕES OU PREVEEM O FUTURO?

A Umbanda não faz sortilégios, adivinhações ou previsões, e sim consola, ampara e orienta. Quando o consulente chegar ao terreiro sentindo-se sem esperança e ânimo para a luta diária, como se estivesse levando todo o fardo do mundo nas costas, ao chegar à frente do preto velho ou do caboclo, as vezes não conseguirá segurar as lágrimas e desabará a chorar. Esse pranto, represado há muito tempo dentro de seu peito, se liberta quando se sentir envolvido pela vibração forte de amor vindo da entidade. Assim, com extrema delicadeza e firmeza nos aconselhamentos, os Guias de Umbanda vão cortando ligações fluídicas mentais e emocionais, provindas de encarnados ou desencarnados, transmutando todas as energias negativas e organizando todo o complexo energético do consulente.
- fragmentos do livro ENSINAMENTOS BÁSICOS DE UMBANDA
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domingo, 2 de outubro de 2016

UM SACERDOTE UMBANDISTA PODE PRENDER O GUIA ESPIRITUAL DO MÉDIUM, SE ELE SAIR DO TERREIRO?

O espírito é livre, assim como o vento, sopra onde quer. Essa frase serve tanto para os espíritos encarnados, que possuem o livre-arbítrio de trabalhar onde quiserem, como para os desencarnados. Nenhum dirigente tem o poder de “prender” as entidades que têm compromisso de tarefa com o médium. O espírito é como o vento: não vemos, mas sentimos. Podemos prender o vento ou espírito em um quarto a nosso bel-prazer? Muitos dirigentes, seja por falta de estudo ou por insegurança de perder trabalhadores, se utilizam da ameaça, implantando o medo em seus médiuns, que ignoram as Leis Divinas, para ter a “garantia” de poder como chefes de terreiro.
- do livro ENSINAMENTOS BÁSICOS DE UMBANDA.
http://www.livrariadotriangulo.com.br/

domingo, 25 de setembro de 2016

PROBLEMAS DE SAÚDE E MATERIAIS SÃO RESOLVIDOS NA UMBANDA?

As dificuldades que passamos hoje são resultados de ações inadequadas, nesta vida ou em vidas passadas, que precisam se harmonizar perante a Lei Maior. Não é a Umbanda ou outra religião que irá resolver os problemas ou eliminar as dificuldades que estão no caminho. É necessária, urgentemente, a transformação interna, levando à mudança de pensamentos e sentimentos, consequentemente, à compreensão do propósito da vida. A Umbanda ensina que temos os Orixás dentro de nós e que precisamos acionar essas forças divinas para vencer os obstáculos que a vida impõe para o nosso crescimento.
- Fragmentos do livro ENSINAMENTOS BÁSICOS DE UMBANDA
http://www.livrariadotriangulo.com.br/

domingo, 18 de setembro de 2016

POR QUE FICAMOS DE PÉS DESCALÇOS NA UMBANDA?

O terreiro de Umbanda é considerado solo sagrado para os umbandistas. As consagrações, os preceitos, as cerimônias rituais, a reverência à ancestralidade, as rogativas e agradecimentos, as oferendas aos Orixás, são atos realizados nesse espaço. Utilizamos o calçado para proteger os pés das sujeiras do chão, além de nos proporcionar conforto ao caminhar. Infelizmente, as vias públicas de nossas cidades são sujas, com resíduos orgânicos deixados no chão, e toda essa energia deletéria fica impregnada nas solas dos sapatos, energias impróprias para um local sagrado. Estar com os pés descalços é reconhecer um estado de imperfeição. Os pés nus expressam a nudez total do ser, a sua pequenez em sua dependência face a face ao Criador e ao Sagrado. Os pés descalços representam a humildade e o respeito para com o Criador, os Orixás e a ancestralidade.
- fragmentos do livro ENSINAMENTOS BÁSICOS DE UMBANDA
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