Você já experimentou os frutos da gentileza? No mundo em que vivemos, em que as
pessoas parecem armadas umas contra as outras, em que saem às ruas medrosas, nem
sempre os gestos de gentileza se fazem presentes, embora estejam se multiplicando.
Conta-se que um empregado de um frigorífico, na Noruega, certo dia, ao término do
trabalho, foi inspecionar a câmara frigorífica. Inexplicavelmente, a porta se fechou e ele ficou
preso dentro dela.
Bastaram alguns segundos para sentir a temperatura com seu peso absoluto. Situação
indescritível. Congelamento rápido. Chocante. A temperatura em torno de dez graus abaixo de
zero foi mais do que sentida em graus. Ela tinha um peso físico e comprimia fisicamente.
O funcionário bateu na porta com força, gritou por socorro mas ninguém o ouviu. Todos
já haviam saído para suas casas. Impossível que alguém o pudesse escutar.
O tempo foi passando. Debilitado com o frio insuportável, ele já se preparava para
morrer. Que morte tola! - Pensava ele. Prisioneiro em uma câmara frigorífica.
Imagens da família, dos amigos passaram-lhe pela memória. O que podia ter feito e não
fez. O que não deveria ter feito e agora se arrependia.
Depois de gritar, de recordar, ele se rendeu. Nada mais a esperar senão a morte.
Terrível, por congelamento. O frio parecia lhe quebrar os ossos, congelar o sangue nas veias.
Dolorido. Penoso.
Então, de repente, a porta se abriu. O vigia da empresa entrou na câmara e o resgatou,
ainda com vida.
Depois de salvar a vida do homem, houve quem tivesse a curiosidade de saber por que
ele fora abrir a porta da câmara frigorífica, desde que isso não fazia parte da sua rotina de
trabalho.
Ele explicou, de forma simples: Trabalho nesta empresa há trinta e cinco anos. Centenas
de empregados entram e saem daqui todos os dias. Ele é o único que me cumprimenta ao
chegar pela manhã.
E se despede de mim ao sair. Hoje pela manhã, ele disse quando chegou: "Bom dia".
Entretanto, não se despediu de mim, na hora da saída.
Aguardei um tempo pois pensei que ele tivesse se detido em fazer algum trabalho extra.
Contudo, como os minutos fossem se somando, de forma rápida, deduzi que algo estava
errado.
Fui procurar por ele. A câmara frigorífica foi um local que me acudiu à mente pudesse
ele estar. Foi assim que o encontrei.
* * *
Como se vê, a gentileza deixa marcas especiais nas criaturas.
Um gesto repetido todo dia, simples e que, ao demais, deveria ser nossa marca
registrada de boas maneiras, salvou a vida de um homem.
Aquele homem era diferente de todos os demais. Ele fazia a diferença na vida do vigia
que ficava ali, horas e horas, em seu posto de guarda.
Isso nos diz que o bem sempre faz bem a quem o pratica. Pode ter um retorno rápido,
como no fato narrado. Pode ser algo que somente o tempo demonstrará.
O importante a se registrar é que a pessoa gentil cria ao seu redor um halo de tal
simpatia, que contagia os demais.
Não esqueçamos disso e promovamos a gentileza em nossa vida.
Existem pequenos, simples gestos que dizem muito da nossa formação moral e
interferem, positivamente, em muitas vidas.
Por isso, cumprimentemos as pessoas e incorporemos ao nosso vocabulário frases
importantes, como: Desculpe-me. Olá, como vai? Obrigado. Por favor.
Palavras simples. Palavras mágicas para criar ambiente de harmonia, nos locais mais
diversos.
Experimentemos!
Redação do Momento Espírita, com base em notícia internacional.
Em 07.02.2012.
pessoas parecem armadas umas contra as outras, em que saem às ruas medrosas, nem
sempre os gestos de gentileza se fazem presentes, embora estejam se multiplicando.
Conta-se que um empregado de um frigorífico, na Noruega, certo dia, ao término do
trabalho, foi inspecionar a câmara frigorífica. Inexplicavelmente, a porta se fechou e ele ficou
preso dentro dela.
Bastaram alguns segundos para sentir a temperatura com seu peso absoluto. Situação
indescritível. Congelamento rápido. Chocante. A temperatura em torno de dez graus abaixo de
zero foi mais do que sentida em graus. Ela tinha um peso físico e comprimia fisicamente.
O funcionário bateu na porta com força, gritou por socorro mas ninguém o ouviu. Todos
já haviam saído para suas casas. Impossível que alguém o pudesse escutar.
O tempo foi passando. Debilitado com o frio insuportável, ele já se preparava para
morrer. Que morte tola! - Pensava ele. Prisioneiro em uma câmara frigorífica.
Imagens da família, dos amigos passaram-lhe pela memória. O que podia ter feito e não
fez. O que não deveria ter feito e agora se arrependia.
Depois de gritar, de recordar, ele se rendeu. Nada mais a esperar senão a morte.
Terrível, por congelamento. O frio parecia lhe quebrar os ossos, congelar o sangue nas veias.
Dolorido. Penoso.
Então, de repente, a porta se abriu. O vigia da empresa entrou na câmara e o resgatou,
ainda com vida.
Depois de salvar a vida do homem, houve quem tivesse a curiosidade de saber por que
ele fora abrir a porta da câmara frigorífica, desde que isso não fazia parte da sua rotina de
trabalho.
Ele explicou, de forma simples: Trabalho nesta empresa há trinta e cinco anos. Centenas
de empregados entram e saem daqui todos os dias. Ele é o único que me cumprimenta ao
chegar pela manhã.
E se despede de mim ao sair. Hoje pela manhã, ele disse quando chegou: "Bom dia".
Entretanto, não se despediu de mim, na hora da saída.
Aguardei um tempo pois pensei que ele tivesse se detido em fazer algum trabalho extra.
Contudo, como os minutos fossem se somando, de forma rápida, deduzi que algo estava
errado.
Fui procurar por ele. A câmara frigorífica foi um local que me acudiu à mente pudesse
ele estar. Foi assim que o encontrei.
* * *
Como se vê, a gentileza deixa marcas especiais nas criaturas.
Um gesto repetido todo dia, simples e que, ao demais, deveria ser nossa marca
registrada de boas maneiras, salvou a vida de um homem.
Aquele homem era diferente de todos os demais. Ele fazia a diferença na vida do vigia
que ficava ali, horas e horas, em seu posto de guarda.
Isso nos diz que o bem sempre faz bem a quem o pratica. Pode ter um retorno rápido,
como no fato narrado. Pode ser algo que somente o tempo demonstrará.
O importante a se registrar é que a pessoa gentil cria ao seu redor um halo de tal
simpatia, que contagia os demais.
Não esqueçamos disso e promovamos a gentileza em nossa vida.
Existem pequenos, simples gestos que dizem muito da nossa formação moral e
interferem, positivamente, em muitas vidas.
Por isso, cumprimentemos as pessoas e incorporemos ao nosso vocabulário frases
importantes, como: Desculpe-me. Olá, como vai? Obrigado. Por favor.
Palavras simples. Palavras mágicas para criar ambiente de harmonia, nos locais mais
diversos.
Experimentemos!
Redação do Momento Espírita, com base em notícia internacional.
Em 07.02.2012.
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