domingo, 12 de junho de 2011

PROCESSO DE SINTONIA




Allan Kardec explica que o pensamento age sobre o ambiente, transmitindo-se de Espírito a Espírito, encarnado ou desencarnado, e, “segundo seja bom ou mau, saneia ou vicia os fluidos circundantes”.

E vai além na explicação: “os fluidos viciados pelos eflúvios dos maus Espíritos podem se depurar pelo distanciamento destes, mas o seu perispírito será sempre o que é, enquanto o próprio Espírito não se modificar”.[1]

A lei dos fluidos estabelece que os semelhantes se combinam, os diferentes se dissociam e os positivos predominam e anulam os negativos.

O nosso campo vibratório, emanação do perispírito, assume padronização positiva ou negativa conforme o teor dos nossos pensamentos e atos, ensejando os processos de sintonia com outros Espíritos.

André Luiz conceitua a idéia como “um ´ser´ organizado por nosso Espírito, a que o pensamento dá forma e ao qual a vontade imprime movimento e direção”[2].

Assim, no caso de estarmos com nossa mente poluída, tomada de maus desejos, que tipo de forma-pensamento projetaremos?

O codificador recebeu dos Espíritos nobres, a instrução de que “o mal recai sobre aquele que lhe é causa”[3], o que significa que somos responsáveis por todos os efeitos dos nossos pensamentos.


A espécie de sintonia que estabelecermos nos beneficiará, se positiva, ou nos prejudicará, pelo que vale melhor policiar nossas emissões e recepções mentais.


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[1] KARDEC, Allan. A Gênese, 12a. Ed., IDE, p. 249.[2] ANDRÉ LUIZ. Nos Domínios da Mediunidade, 17a. ed., FEB, p. 14.[3] KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos, 108a. ed., IDE, questão 639, p. 262.



http://geak-luzdoespiritismo.blogspot.com/2011/05/processo-de-sintonia.html




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