DAS MANIFESTAÇÕES ESPÍRITAS
Alma - é o espírito presente quando ainda estamos encarnados, podemos dizer que é o espírito dentro do corpo de carne.
Espírito - propriamente dito quando liberto do corpo de carne. Conforme Livro dos Médiuns: Espíritos não são senão a alma dos homens despojadas do involúcro corporal.
Corpo – envoltório grosseiro, material;
Perispírito – envoltório fluídico, semi material – une o corpo ao espírito. Existe durante a vida corporal. É por onde o espírito transmite a sua vontade ao exterior e age sobre os órgãos. Fio eletrocondutor que serve para a recepção e a transmissão do pensamento. Se molda á vontade do espírito, se expande ou se contrai, se transforma conforme a vontade que age sobre ele. Por isso quando o espírito deseja se fazer conhecido, pode tomar a forma desejada moldando o seu perispírito.
A Ação dos espíritos sobre a matéria, se dá sobre o fluído cósmico universal, manipulado pelos espíritos e mediado pelo fluído animalizado do encarnado, médium ou não.
Fluído cósmico universal – é a primeira matéria que compõem, forma as outras matérias.
O espírito tem o seu perispírito e usa o fluído cósmico por dilatação, compressão, propulsão, vibração para produzir certos efeitos.
Mesas girantes – ponto de partida da Doutrina espírita, origem da codificação. As manifestações começaram meio que por curiosidade em grandes salões. Ruídos, movimento, deslocamento de corpos sólidos.
Primeiro começaram com as mesas que “respondiam” as perguntas e questionamentos apresentados. Depois, começaram a colocar lápis nos pés das mesas, onde elas se moviam e formavam letras, palavras, frases. Começaram a simplificar fazendo o uso de mesas pequenas, cestinhas, caixas de papelão e depois passaram a usar simples pranchetas... tudo começou a se simplificar e se tornou a psicografia que conhecemos hoje, onde o médium é o intermediário da comunicação.
Manifestações inteligentes – não é que a manifestação seja eloqüente, sábia, basta que prove um ato livre e voluntário, exprimindo uma intenção ou respondendo a um pensamento. É inteligente por fazer uma ação voluntária.
Resumo realizado por Bárbara Uhde, no grupo de estudos do CELE, no sábado (15/05/2010).
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