O médium de boa vontade que se dedica com assiduidade à caridade, seja num templo, terreiro, casa espiritualista ou de Umbanda, estará sempre amparado e protegido pela egrégora espiritual da casa. Esse amparo prevalecerá, respeitando sempre as escolhas do medianeiro na vida cotidiana. Se, no decorrer do seu mediunato, o médium começar a trilhar caminhos que, futuramente, o levarão ao sofrimento e à dor, em outras palavras, passar a exercer atitudes que o prejudicarão na sintonia com seus Guias e Protetores, haverá avisos de alerta, chamando-o à razão por parte da sua Banda. Em geral, o amparo e a proteção se estenderão não só ao médium e sua residência, mas também aos familiares mais diretos, como filhos,esposa(o), pai e mãe.
Quando o médium começa a ter atitudes que venham a prejudicar a sintonia com seus Guias nas tarefas mediúnicas e, apesar dos avisos constantes, não ocorrer uma mudança de atitudes e procedimentos, a sua Banda se afastará. Não podemos interpretar esse afastamento como briga ou desentendimento do plano espiritual para com o médium, e sim como uma mudança de vibração. Seus guias ou mentores não conseguirão se aproximar do campo energético do médium; consequentemente, ficará ele à mercê de espíritos que vibram na nova faixa que ele, por sua livre
vontade, sintonizou.
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- do livro ENSINAMENTOS BÁSICOS DE UMBANDA.
http://www.livrariadotriangulo.com.br
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